O Governo Federal informou que não irá extinguir nenhuma disciplina nas mudanças que serão implementadas para o Ensino Médio, e espera acabar, assim, com a grande polêmica que se formou a respeito do assunto. A intenção das mudanças, de acordo com #Michel Temer, é trazer melhorias urgentes para a #Educação no país, mas o SINEP-MG - Sindicato das Escolas Particulares do Estado de Minas Gerais, alegou que as alterações poderão trazer prejuízos para boa parte dos colégios.

Até o Ministério da Educação já publicou uma nota, nesta última quinta-feira (22), negando que as mudanças previstas para o Ensino Médio irão acabar com a obrigatoriedade de algumas disciplinas, entre elas: Artes, Filosofia e Educação Física.

Vale ressaltar que o aviso de que algumas matérias iriam ser extintas foram anunciadas não só nas redes sociais, mas inclusive nos próprios sites do Governo, então o que houve foi uma mudança de última hora diante da grande revolta dos brasileiros, que protestaram, principalmente no Twitter, e fizeram duras críticas às "novidades" para o Ensino Médio a partir do próximo ano. 

Rossieli Soares, secretário de Educação Básica do Ministério da Educação, afirmou que o Governo não está decretando o fim de nenhuma disciplina, entretanto, há matérias que não serão obrigatórias.

O Governo pretende ampliar o número de escolas que atendem em tempo integral, trazer maior flexibilização para o currículo e oferecer aos alunos a liberdade de escolherem o que vão ou não estudar. As mudanças anunciadas por Mendonça Filho, ministro da Educação, foi durante uma cerimônia na capital brasileira e contou com a presença de Michel Temer.

O Governo pretende implantar, através de medida provisória, uma das maiores alterações já realizadas na educação do país, e isso acabou gerando duras críticas por parte de professores e profissionais envolvidos na área, mas o ministro insiste em dizer que tudo foi feito de forma rápida para impedir que as crianças e jovens brasileiros não sejam excluídos de uma educação de qualidade.

O Governo agora espera que mais de 500 mil estudantes consigam fazer sua matrícula nas escolas de tempo integral, mas vai demorar cerca de uma década para que ao menos metade dos brasileiros que estão na escola consigam participar do projeto que prevê a escola integral. #Protestos no Brasil