As atividades de escrita antigamente em sala de aula, que envolvia a disciplina língua portuguesa, era limitada a somente quando se fazia redações. Além de não olhar atentamente o exercício da reescrita, essa proposta, normalmente, não direcionava os alunos para o aprendizado da produção de textos, não os apresentava aos caminhos seguintes, nem aos prováveis participantes do processo de formulação da mesma. Tornando assim quase inaptos a educação de qualidade que possibilita a produção dos textos que hoje se tornou peça fundamental para qualquer um que deseje prestar um vestibular e ter uma formação a nível de graduação.

Com a liberdade que se tinha de escolher o tema e na ênfase que era dada os tipos textuais (sobretudo, narração e descrição). Ocorria, então, nos alunos, a chamada “síndrome do papel em branco”, como as ideias não apareciam, era comum observá-los contando as linhas à medida que escreviam e até aumentando o tamanho da letra, numa tentativa de preenche toda a folha em branco para cumprir o solicitado, mesmo sabendo que a avaliação era muito mais do que se pensava, em comunicar para convencer.

Esse é o outro comportamento que registrava o desespero que devesse ao fato de saberem que o texto, provavelmente, seria devolvido pelo professor todo assinalado em vermelho, como um atestado da incompetência para a escrita. Conforme o ensino avança na história exige uma necessidade maior de se ter um docente que se proponha a formar alunos capazes de transitar com competência linguística em diversas esferas sociais.

É preciso então, da comunicação ora e verbal contribuir para formação de cidadãos capazes de ler e compreender textos produzidos com finalidades distintas e de escrever para diversos tipos de leitores, seja para reivindicar direitos, comunicar-se com amigos, concorrer a processos seletivos ou expressar criativamente por meio de escrita literária. Além disso, as produções escritas devem mirar um leitor específico, que pode estar muito além dos limites da sala de aula e da escola. Pois as mudanças advindas das novas Leis de Diretrizes de bases  e os parâmetros curriculares  expõem bem esses pontos. #Educação #Comunicação #Escola