Com o nível de dificuldade exageradamente difícil em algumas provas do #ENEM 2016, muitos estudantes se veem obrigados a retornar a rotina massacrante de estudos visando a próxima edição do exame, que será em 2017. Pelas redes sociais, acompanhamos relatos de candidatos que passaram um, dois ou até mesmo três anos estudando para conseguir a aprovação em um curso de medicina, e infelizmente acertaram entre 50 e 70 questões, o que torna muito difícil alcançar o objetivo via Sisu ou ProUni.

A nota do ENEM será divulgada dia 19 de janeiro, e é baseada no TRI (Teoria de Resposta ao Item), portanto, não basta analisar a quantidade de respostas corretas, mas também a dificuldade delas, uma vez que se o candidato acerta poucas questões consideradas fáceis, e muitas difíceis, sua nota é consideravelmente diminuída, já que o sistema identifica que o candidato chutou ou até mesmo colou na prova. Por isso, aplicativos como o Quero Minha Nota e o Descomplica, curso online preparatório para vestibulares, permitem que o usuário insira seus acertos e, com isso, tenham uma nota base. O "Quero Minha Nota", inclusive, possui a ferramenta "Sisumetro", que calcula as chances do aluno ingressar em uma Universidade Federal de acordo com sua média.

Neste momento, diante da sensação de objetivo não alcançado, muitos alunos entram em desespero e já retornam as massivas maratonas de estudo poucos dias depois de terem enfrentado outra maratona: o próprio ENEM. É preciso ter cuidado para a tentativa de assimilar novos conteúdos não se transformar em sobrecarga para o cérebro, dificultando assim os estudos. A melhor dica para os alunos é mesmo esperar até janeiro, quando sai a nota final do ENEM e bolsas como Sisu e Prouni. Caso o insucesso se confirme, aí sim ele terá tempo para colocar as ideias no lugar e refazer uma nova estratégia de estudos.

É importante que o aluno dê um tempo de descanso para a mente e até mesmo para o corpo, pois assim este estará recuperado para uma nova preparação para o ENEM 2017. #Educação