Este artigo mostra como ocorre o processo de formação da #Matemática e foi desenvolvido para professores, mestres ou doutores em matemática ou até mesmo para os que ainda estejam cursando licenciatura plena em matemática. Ele apresenta uma pequena #Resenha feita após a leitura do livro ‘’#Educação Matemática: da Teoria à Prática’’, de Ubiratan D’Ambrosio.

O tema abordado neste livro é bastante abrangente, colocando em evidência a atualidade com a história e origem da matemática. De forma bem clara e objetiva, o autor atinge os diversos públicos com metas e intenções disciplinares corretivas, mostrando os conceitos, técnicas e habilidades de como agir na educação matemática e entre tantos outros subtemas listados dentro deste.

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De acordo com D’Ambrosio, “a consciência é o impulsionador da ação do homem em direção à sua sobrevivência e transcendência, ao seu saber fazendo e fazer sabendo”, o que nos leva a refletir sobre nossos variados meios de praticar a matemática educativa, levando em consideração que o conhecimento que temos, é passado para nossos alunos com precisão, e o que adquirimos com o tempo deve ser aperfeiçoado dentro dos nossos recursos mentais, lembrando que se não buscarmos esses recursos, não teremos vantagens nesses conhecimentos. Portanto, devemos ter a consciência do quão importante será para nós e para os outros.

Com autenticidade, o autor também sugere novos meios de aprendizagem, colocando prioritariamente a tecnologia, que, com certeza, trará maior aperfeiçoamento das relações pessoais e interpessoais na prática educativa.

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Com as propostas de avaliação, entendemos que nem todos os alunos se enquadram em um perfil educativo exemplar. Com o exercício, se você está ensinando equações utilizando a, b, c como coeficientes e pedindo para achar o valor das incógnitas x, y, dê uma prova usando x, y, z como coeficientes e pedindo para achar a, b, c.

É possível enxergar que, nos mais diversos ambientes, existem domínios que fazem uma confusão na mente dos alunos. Provavelmente, eles ficarão conturbados com essa questão e a maioria não conseguirá fazer. É em cima dessa tecla que se deve bater, levando-os ao conhecimento específico, sem que eles percebam as diferenças agregadas ao ensino. Podemos fazer isso, de forma discreta, para prepará-los adequadamente a um futuro que exigirá muito deles.

Cita também que “no caso especial do Brasil, os jovens votam aos 16 anos, quando normalmente ingressam no 2º grau. Sua formação política sadia, a preparação para o exercício pleno da cidadania, é talvez o maior objetivo do sistema escolar.” O autor expressa que a idade dos alunos também faz com que os professores abram a mente para opiniões e formas diferentes de levar aos estudantes as mais diversas e centradas obras e meios de ensino e não subestimar a capacidade de entendimento que eles têm em agregar o ensino escolar ao meio que levam a vida.

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É interessante a passagem “alunos e professores devem crescer, social e intelectualmente, no processo” , que contorna claramente a relação e a experiência que existe entre professores e alunos, que vai muito além da instituição de ensino. Embora não seja aparentemente comum uma relação extra com os estudantes, ambas as partes levam para fora da escola aquilo que é visto no meio, e utiliza essas conquistas para uma vida social melhor, que produza vigor no crescimento dentro da sociedade, mostrando tanto os conhecimentos sociais quanto os intelectuais.

“Para muitos, isso soa estranho. Matemática experimental?”, diz D´Ambrosio. Isso mesmo. O autor viabiliza de maneira clara e esquematizada a matemática experimental, maneira pela qual sugere o método de projetos para ensinar matemática, uma relação de linguagem natural com a convencionada, análise e solução, situação e problema.

Após conceituar suas ideias e mostrá-la de forma convincente, D’Ambrosio finaliza sua obra colocando em prova que a globalização deve ser ‘’matematicalizada’’ de acordo com suas perspectivas e de maneira clausulada com cada região e cada indivíduo que viver nela, tornando eficazes os meios que prevalecerem oportunos e necessários para um melhor aperfeiçoamento da técnica matemática.