A aceitação e a utilização de #Jogos e brincadeiras como uma estratégia no processo de ensino-aprendizagem têm ganhado força entre os educadores e pesquisadores nesses últimos anos, pois estes consideram como uma forma de trabalho pedagógico que estimula o raciocínio e favorece a vivência de conteúdos e a relação com situações do cotidiano.

O #Educador ao utilizar as brincadeiras em sala de aula transporta para o campo do ensino-aprendizagem condições de conhecimento introduzindo as propriedades da ludicidade que contribuem para uma melhor assimilação do conhecimento por parte da criança. Sendo cada vez mais utilizado por professores do mundo todo, os jogos auxiliam no desenvolvimento motor, criativo, psíquico, emocional, entre várias outras habilidades.

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Mas, será que, além de contribuir para o aumento da criatividade e ampliação do repertório emocional, seria correto afirmar que os jogos e as brincadeiras podem contribuir para que as crianças da #Educação Infantil compreendam regras e saibam lidar com as mesmas a ponto de enxergar o outro como sujeito com direitos iguais?

A resposta é sim! Uma vez que estão na fase da vida em que iniciam a construção da moral, as regras impostas em jogos contribuem para que sejam impostos limites nas crianças desde que estas regras sejam claras, objetivas e seguidas à risca. Sem essa de Ah, é contra as regras do jogo... Mas ele pode porque é criança! ou então, Vamos o deixar ganhar, se ele perder a partida, vai chorar muito”.

Saber que, independente de ser criança ou não, regras são feitas para serem cumpridas e tanto os pais quanto os professores devem fazer com que a criança entenda isto, desenvolver na criança o chamado espírito esportivo para que saiba que perder e ganhar fazem parte do jogo, fazem parte da vida! Quanto mais cedo a criança aprender esses conceitos, menos dificuldade ela terá para encarar os obstáculos no futuro.

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Educar não se limita em repassar informações ou mostrar apenas um caminho, mas ajudar a criança a tomar consciência de si mesmo e da sociedade. O lúdico deve ser visto como uma ferramenta didática para o professor, como forma de tornar a aprendizagem mais prazerosa, agradável e eficaz.

O professor pode ser, sim, um agente de transformação, principalmente em situações que exigem um posicionamento firme de sua parte. Tanto na sala de aula quanto na sociedade, deve estar atento às discussões no que se refere ao mundo a sua volta.