A língua japonesa é falada exclusivamente no Japão, salvo algumas colônias de migração japonesa distribuídas pelo mundo. É bem verdade que quando alguém acostumado com o idioma ocidental marcado principalmente pelas letras do alfabeto, bem conhecidas como o alfabeto a, e, i, b, c, d, etc, olha para a escrita japonesa (あ ア, い イ) com estranheza, e talvez até um pouco de susto se perguntando como é possível alguém entender. A verdade é que várias pessoas não só entendem, se comunicam e expressam seus pensamentos, como também um bebê com poucos anos de idade fala japonês. Isso mesmo! É uma questão de aprendizado mesmo. Imergir em outro idioma, e por consequência em outra cultura, conhecendo suas regras e particularidades, é um desafio como qualquer outro.

Publicidade
Publicidade

Qualquer ser humano empenhado poderá aprender esse idioma, porém, primeiramente é preciso entender as principais diferenças existentes dessa língua oriental com a ocidental.

Japonês não tem alfabeto

Você não entendeu errado, a língua japonesa possui um sistema peculiar bem diferente da língua portuguesa. É comum começarmos a aprender o português através da identificação do alfabeto que são de 26 letras, esses códigos possuem seus respectivos sons e podem fazer várias combinações para formar palavras. É a partir desse passo que aprendemos nossa língua, já no oriente o sistema é um pouco diferente. A grande diferença está em que eles não possuem um alfabeto na forma que conhecemos, mas sim sistemas de silabário, isto é, cada código representa uma sílaba. São dois sistemas funcionando simultaneamente: o hiragana e o katakana.

Publicidade

Para exemplificar esse sistema verifique a sílaba あ (a) do sistema hiragana. Logo a formação de palavras inicia-se pela aglutinação de sílabas, por exemplo, as sílabasあ (a) e い(i) juntas “あい” (ai) formam a palavra amor em hiragana no #Japão.

Hiragana, Katakana e Kanji

Além do hiragana (ひらがな) que é o sistema responsável por formar as palavras originadas na própria língua japonesa, como também classes gramaticais, flexões verbais e partículas. Sendo o mais utilizado, existe também o katakana (カタカナ), este tem o traço mais reto, é usado para formar palavras de origem estrangeiras, além de onomatopeias. Ambos possuem os mesmos sons diferenciando o uso pela origem da palavra. Por fim, há os famosos kanji em maior número que os silabários e distintos em seu código. Enquanto os silabários formam sílabas e por conseguinte, palavras, os kanji expressam conceitos, ideias e são entendidos como ideogramas, ou seja, sinal ideográfico onde cada elemento pode expressar uma ideia ou conceito, por exemplo, ,( fogo), 道 (caminho)...

Esclarecidas essas principais dificuldades você pode ingressar sem susto nos estudos de japonês. #língua estrangeira #Educação