No ano que vem (2018) serão garantidas 310 mil vagas para o #fies (financiamento estudantil), sendo que 100 mil destas vagas terão juro zero para estudantes que são de baixa renda [VIDEO] (renda familiar de até 3 salários mínimos por pessoa), o restante das vagas serão para estudantes com renda familiar de até 5 salários mínimos. Este será o perfil de aceitos no Fies, na nova #lei do programa. O que era apenas um anúncio tornou-se sanção oficial por parte do governo na primeira quinta-feira (7) de dezembro.

Serão 150 mil vagas exclusivamente para as regiões:

  • Norte;
  • Nordeste;
  • Centro-Oeste.

Estes com recursos de fundos fundos contitucionais e as outras 60 mil vagas serão para o restante do país com recursos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social, o BNDS.

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Como citado anteriormente, as outras 100 mil vagas terão zero de juros.

José Mendonça Filho, do partido Democratas, pelo estado de Pernambuco, atual Ministro da Educação, falou sobre as taxas de juros que serão aplicadas aos contratos. "Será certamente bem inferior a taxa de juros praticada atualmente de 6,5%, então, pra cerca de 100 a 150 mil contratos ofertados a gente vai ter taxa entre 0, 3, 3,5 no máximo, o que é um ganho enorme, pra os jovens do nosso país.", declarou ele.

'Investimento em educação também é desenvolvimento', afirmou presidente Temer

Com relação à importância de garantir o financiamento estudantil com recursos dos fundos constitucionais, o presidente Michel #Temer destacou: "A primeira ideia que as pessoas tinham é que desenvolvimento nacional se ancorava apenas na indústria, no comércio, nos serviços, e não exatamente na educação, nós todos conseguimos (e o Helder juntamente com o Mendonça), seria possível a utilização do fundo constitucional, para o desenvolvimento nacional, porque educação é desenvolvimento, foi exatamente esta a razão interpretativa que trouxe para este Fies um bilhão cento e vinte milhões de reais".

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Novidade do programa do financiamento estudantil, o Fies e a adoção de medidas tomadas

O Fies também conta com outra novidade: o estudante só começará a pagar as prestações apenas a partir do primeiro mês de conclusão do curso contanto que possua renda para quitar.

O Ministério da Educação estima que o saldo seja quitado no prazo de até 14 anos. O governo também adotou medidas para reduzir a inadimplência (consiste na falta de cumprimento de uma obrigação) dos contratos com mais responsabilidades para as instituições de ensino e financeiras.

Sustentabilidade do programa e benefícios aos que precisam

De acordo com o governo, as novas regras garantem a sustentabilidade do programa e ainda beneficiam aqueles que mais precisam.

Em entrevista, Carolina Saab, de 21 anos, que estuda jornalismo em uma universidade particular em Brasília, afirmou que suas mensalidades são pagas com o financiamento estudantil, o Fies. Sem o programa, para ela seria impossível fazer um curso de nível superior, a única coisa que preocupa a estudante de jornalismo são os juros do financiamento.

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"É preocupante quando você vê que aumenta a sua dívida e coisas do gênero, e quando você pode entrar numa faculdade, e apesar de pagar o financiamento, ver que não vai gerar nada mais dá uma tranquilidade maior né?", pontuou Carolina.

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