O futebol é um esporte diferenciado dos demais. Um esporte que causa emoção, paixão, que derruba barreiras, que distingue e causa o prazer de um nacionalismo.

Quando torcemos, por exemplo, pela seleção do nosso país, e nossa seleção está vencendo, o orgulho de ser um nativo daquela nação se expande, como se estivéssemos no campo, lutando pela pátria. Quando estamos perdendo, o nervosismo surge, como se estivéssemos perdendo uma batalha. São emoções diferenciadas. Quase que inexplicáveis, porém, reais, latentes.

É lindo o mundo do futebol. A energia que vem das arquibancadas, do torcedor que faz tremular a sua bandeira, das cores pintadas no rosto, como se a alma estivesse comandando o corpo, e faz-se numa poesia única.

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O autor é categoricamente aclamado com sentimentos distintos dentro dos dois tempos de jogo. São noventa minutos para viver e sonhar. Sonhos que podem se transformar em dor de alma ou prazer infinito.

Assim, é o futebol, o esporte da paixão, no bailar de uma esfera de um lado para o outro. A melhor jogada, a melhor cobrança. O gol que nem sempre acontece, mas que se faz presente em cada arrancada, pela vontade de vencer. O jogador em campo que pede o apoio para fortalecer a sua garra. O erro de um passe que cria medo, quando se está próximo à área do goleiro.

São tantos os detalhes. São antagônicos! De um lado, o que está vencendo. Do outro, o que está perdendo. Podemos ver pessoas roendo unhas, chorando, abraçadas ao pavilhão, como que transformados em amuletos de sorte.

O futebol.

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Um senhor misterioso, tanto quanto o resultado final de um jogo. O futebol é mesmo uma caixinha de surpresas.

Os deuses do futebol existem! Durante uma competição como a Copa do Mundo, tudo isso fica claramente visível.