Somos conhecido e reconhecido como o país que joga um "bolão", afinal, somos o país do futebol. O que isso adianta se temos craques, mas o que manda mesmo é o crack nas esquinas de nossos bairros, atingindo todas as classes? O que adianta sermos considerados o país do futebol inteligente, se vivemos em um país de analfabetos? O que adianta tanta riqueza, se essa está nas mão de uma laia de ladrões, safados e sem caráter? E como essa laia sabe o que é isso, é só olhar os investimentos para a copa do mundo, mas que mundo, se nem mesmo pela tv milhões não vão assistir, saber, já que em sua residencias não sabem o que é energia elétrica? Na verdade, é a copa de alguns que tiram grandes lucros nisso tudo.

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O que adianta ter bons estádios em um país, onde seu povo sequer o direito de usufruir de uma saúde pública de qualidade, ou melhor, de saúde pública, pois exigir qualidade em algo que nem existe é querer demais. O que adianta mascarar a realidade diante dos visitantes com acessos, aeroportos, vias se para isso milhares de homens honestos e trabalhadores perderam suas casas e nunca receberam as suas indenizações? O que adianta dizer está realizando a copa das copas se os corredores dos nosso hospitais tem servido de leitos, onde mulheres ganham seus filhos, feridos se hospedam, famílias se desesperam? O que adianta criar um aparato de segurança em prol de um evento onde o país sofre um caos em suas ruas, bairros e cidades? O que adianta se o que os gringos querem mesmo é nossas meninas com seus corpos moldados que chamam a atenção e sexo barato? O que adianta dizer que tudo está bem, estamos jogando esse "bolão" se o que querem mesmo é se apoiarem principalmente em cima de resultados que dizem já estarem devidamente combinados para eleições e reeleições no fim do ano? Diante disso tudo e muito mais que poderia ser lembrado, fica aqui a ultima pergunta: onde vamos chergar? Para os que avistam de longe, tudo bem.

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Mas para nós que sentimos na pele desde há muito tempo vamos continuar a ver e nos contentar com toda essa podridão. Ah meu Brasil, como te amamos. Como te queremos bem. Mas está difícil! Acreditamos que isso tenha um fim.