As seleções europeias estão muito bem assessoradas. Ao contrário de outros países onde a frieza e o espírito competitivo sem valores impera, Holanda e Alemanha vieram com seus representantes máximos e com isso ambos os times estão na liderança de seus grupos. Valores que muito prezam para eles são fundamentais. Ambos são protestantes, e mais do que isso: prezam o melhor por seus filhos ilustres que apesar de jogarem em clubes ingleses, alemães e espanhóis não largam sua nação por nada deste mundo.

No caso do país de André Rieu, até o príncipe veio ao gramado cumprimentar os jogadores cada um pela vinda ao Brasil. Robben, Van Persie e companhia para quem não lembra detonaram os espanhóis por 5 a 0, e por pouco não deixaram os australianos permanecerem no empate.

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Despacharam por 3 a 2. Já a Alemanha da ministra Merkel azedou o bacalhau português: 4 a 0, e agora esperam os Estados Unidos na próxima rodada.

Bem, depois destes placares auspiciosos, é melhor nossa seleção brasileira e a argentina se cuidarem: tem gente de peso que é bamba mas não no samba. No campo e na bola. Porque a obstinação eles têm, e desde o tempo do início das navegações (vale lembrar que a luta dos holandeses foi contra D. Felipe na época da Espanha), passando pelas duas guerras mundiais até chegando à bola.

Aliás, somente Neymar, Messi e Sneijder prometeram e cumpriram o objetivo proposto na competição. Inglaterra, Espanha e Itália decepcionaram muito e estão dando lugar à outros times menos populares como Costa Rica , Costa do Marfim e Irã.