No momento eclodiu no Brasil a conhecida depressão da Copa, na qual a população se revolta contra o sistema esportivo que se desenvolve de forma impensável, enquanto setores primários como educação, segurança e saúde, continuam deploráveis.

Nas ruas protestos, incêndios, depredações e mazelas oriundas do próprio povo brasileiro que critica com cartazes e ironias sobre a falta do padrão FIFA em escolas e hospitais, porém, enquanto a população se dirige para frente de estádios, campos de concentração ou avenidas movimentadas os verdadeiros culpados saem pela porta da frente como se não tivessem feito nada e deixam as bombas explodindo nas mãos dos laranjas.

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Ou seja, estamos falando de verbas, não simples verba, valores altíssimos oriundos da FIFA que estranhamente sumirão, não foram suficientes para concluir a obra, ou que de uma hora para outra passaram de um valor para outro, a exemplo de da Arena Pantanal que foi orçada em R$ 342 milhões e posteriormente já ultrapassava os R$500 milhões, parte desse valor foi financiado pelo BNDS, através do PAC, segundo Vinícius Segalla redator da Uol Copa.

Segundo dados da Agência Pública os repasses para a construção dos estádio eram maiores do que os valores repassados para a educação, e são dados como esses que reforçam os gritos de ''Copa eu abro mão, quero dinheiro pra saúde e educação".

O Brasil precisa sim de Copa, pois ela gera turismo para pousada do João, pra venda dos doces de Maria, gera renda pro sorveteiro, pro senhor da água de coco, gera empregos para a malharia da Paula.

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O Brasil precisa sim de Copa, o que o Brasil não precisa é de políticos corruptos, que engolem verbas institucionais, fazem um mega estádio de futebol com os seus impostos, superfaturam obras, prometem um navio e entregam uma canoa. Brasil tá mais do que na hora de sair das sandálias do Felipão e ir pra frente do congresso porque é lá que estão os modificadores do atual sistema burocrático brasileiro.