É notável que para a diretoria do Chelsea FC isso é inadmissível, tanto que os torcedores, se é que podem ser chamados disso, foram identificados e punidos, ou seja não poderão assistir o jogo da volta contra o Paris-Saint Germain, em março, no estádio do clube. O torneio é simplesmente a UEFA Champions League, que é o maior e mais assistido torneio de futebol do mundo e certamente o ato dos torcedores não foi algo que proporcionasse ás pessoas uma boa imagem do Chelsea.

O francês ao tentar entrar num metrô em Paris logo após o final da partida, foi impedido pelo simples fato de ser negro, o que é lamentável. Justamente eles, torcedores do Chelsea FC, que viram Didier Drogba, um negro, e considerado o maior atleta da história do Clube marcar o gol do título contra o Bayern Munchen em 2012, pelo mesmo torneio, sendo esse o primeiro da história do Clube.

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Pode parecer irônico mas essas mesmas pessoas devem ter vibrado com Didier em 2012, quanta incoerência. Sendo assim, o diretor de comunicação e marketing do Chelsea veio a público repudiar os fatos e propôs o convite ao francês para visitar Stamford Bridge.

O polêmico técnico português José Mourinho, disse que se sentiu enojado e envergonhado pelo ato, e fez questão de acrescentar que essas pessoas não fazem parte da grandeza do Chelsea.

A grande questão agora é que Souleymane pronunciou-se na mídia ao jornal Le Parisien, alegando que deseja a prisão dos torcedores que o discriminaram e afirmou também que não sabia que o ato havia sido filmado.

Relação com o jogo

Souleymane afirma que estava em sua rotina comum na cidade da luz, e que não era espectador da partida e muito menos torcedor do PSG.

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Como o francês não entende muito a língua inglesa, não pode confirmar com precisão o que falaram os torcedores, apenas que eles o agrediram e que estava "orgulhosos disso", "orgulhosos de serem racistas".