Brasil e França vão se enfrentar em mais um amistoso nesta quinta-feira, 26, em Paris. Esse confronto tem muita história, sobretudo, em Mundiais. Para os brasileiros, esse é o segundo maior rival histórico (logo depois da Argentina). Para os franceses: um freguês de Copas. A verdade é que, em todos os jogos dessas seleções, só quem sai ganhando são os telespectadores, pois não sobra história para contar.

O novo amistoso será no estádio Saint-Denis, que, adivinhem, é o mesmo da final da Copa de 1998, vencida por 3x0 pela França, resultado que até hoje não desce na garganta dos brasileiros. Muitos afirmam que aquela final foi de deixar o mundo com uma "pulga atrás da orelha", pelo fato do craque Ronaldo não ter rendido nesse jogo o que vinha rendendo em toda a Copa.

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Logo após a partida, vários jornais da época publicaram possíveis motivos do "apagão" do craque e de todo o time (que não deu um chute a gol): "abalo emocional", "crise de choro", "estresse", enfim, o fato é que a França acabou sendo a campeã do mundo daquele ano.

Breve histórico

O primeiro confronto se deu no Brasil, na cidade do Rio de Janeiro, no ano de 1930. Foi um jogo amigável, no qual o Brasil saiu vencedor pelo placar de 3x2. De lá para cá, foram exatamente 15 jogos, com 6 vitórias brasileiras e 5 vitórias francesas, além de 4 empates. Em Copas do Mundo, são duas vitórias francesas: 1x0, na Alemanha em 2006, e 3x0, na final da Copa na França em 1998, contra uma vitória brasileira, na semifinal da Copa na Suécia, por 5x2.

O amistoso

Para o jogo dessa quinta, Gabriel Paulista (zagueiro do Arsenal) surge como novidade na convocação do técnico Dunga, em seu primeiro amistoso do ano.

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Outra novidade é Fabinho (jogador do Mônaco), que substitui Maicon, punido por indisciplina. O restante dos convocados são praticamente os mesmos que disputaram a Copa do ano passado.

Já pelo lado da seleção francesa, o técnico Didier Deschamps convocou 23 jogadores, com destaque para Nabil Fekir, do Lyon, que foi bastante criticado pelo fato de ainda estar na dúvida se deve jogar pela seleção francesa ou pela seleção da Argélia. Além dele, a outra novidade é Kurt Zouma, do Chelsea, que complementa o grupo base da Copa do Mundo de 2014.

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