Já fazia algum tempo que o #Futebol da seleção brasileira não convencia, mas depois da derrota histórica contra Alemanha na última Copa do Mundo, os torcedores e admiradores do esporte tiveram a certeza de que o time precisava de renovação. E foi essa a missão que Dunga recebeu quando substituiu Luiz Felipe Scolari, o Felipão. O novo comandante da seleção tem testado diversos jogadores e acertado nas convocações. Até agora, o aproveitamento foi de 100%.

A primeira passagem de Dunga como técnico foi marcada pela saída precoce da disputa do Mundial em 2010 e pela opção de não convocar dois jogadores de destaque na época, Paulo Henrique Ganso e Neymar, mas em geral, a "Era Dunga" foi satisfatória: 42 vitórias, 12 empates e, somente, 6 derrotas, além de dois títulos conquistados: Copa América e Copa das Confederações.

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Mas será que a renovação necessária implica na convocação de jogadores jovens? Dunga aposta em uma arma que, segundo ele, tem eficiência comprovada: Robinho. O atacante está entre os jogadores mais convocados pelo treinador de 2006 a 2010, e, de volta ao futebol brasileiro, parece estar novamente adaptado ao "futebol moleque" do Santos. A presença do nome de Robinho na lista dos que disputarão os amistosos contra a França e Chile, nos dias 26 e 29 de março, surpreendeu muita gente, que pensou que Dunga fosse priorizar nomes que estão em destaque na Liga dos Campeões.

Para ele, aos 31 anos, além de jogar bem e liderar sem ser grosseiro, Robinho não sente o peso da amarelinha e isso faz com que seu desempenho durante as partidas alcance a excelência com mais facilidade. Que o camisa 7 do Santos está em boa fase no Campeonato Paulista, é verdade.

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Depois de um período ruim no Milan, ele chegou ao Brasil com muita vontade de vestir a camisa da seleção novamente e voltar a mostrar o bom futebol que o torcedor brasileiro estava acostumado a ver.

Mas o problema da seleção parece ser outro, a necessidade de ter em campo jogadores referência, como Neymar, e usá-los como escudo em jogos decisivos, foi o que levou a derrota para o futebol alemão, que está cada vez mais moderno e coletivo. Quanto a isso, Dunga é enfático em dizer que o sistema que levará o Brasil novamente ao topo do futebol mundial será atacar e defender em bloco, trabalhar em coletivo e, a partir daí, surgirá a individualidade. #Seleção de Futebol