O vice-presidente da CBF, a Confederação Brasileira de #Futebol, José Maria Marin, está entre os dirigentes da FIFA presos na manhã de hoje (27) em Zurique, na Suíça. Junto com Marin foram presas outras seis pessoas, altos executivos e dirigentes da entidade. As acusações envolvem lavagem de dinheiro, corrupção e crime organizado. A investigação ainda indaga sobre a modalidade de escolha da próximas sedes da Copa do Mundo, em 2018 na Rússia e de 2022, no Qatar. 

José Maria Marin não é o único brasileiro da lista dos 14 indiciados pela investigação conduzida pelo FBI: o empresario José Hawilla, proprietário da Traffic Sports, a maior agência de marketing esportivo da America Latina, José Hawilla e José Marguilles, mais conhecido como José Lazaro, proprietário de empresas de transmissão de eventos esportivos e acusado de ser intermediário de pagamentos ilegais.

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De acordo com o departamento de Justiça dos Estados Unidos, Hawilla se declarou culpado durante o processo, confessando a prática de extorsão, fraude eletrônica, lavagem de dinheiro e obstrução da Justiça, através do pagamento de mais de 152 milhões de dólares, sendo US$ 25 milhões em dezembro do ano passado.

Eis a lista completa dos indiciados pela Justiça americana no escândalo FIFA: Alejandro Burzaco, 50 anos, argentino; Aaron Davidson, 44 anos, norte-americano; Rafael Esquivel, 68 anos, venezuelano, Eugenio Figueredo, 83 anos, uruguaio, Hugo Jinkes, 70 anos, argentino; Mariano Jinkis, 40 anos argentino; Nicolas Leoz, 86 anos, paraguaio, Eduardo Li, 56 anos, costarriquenho; José Margulies, conhecido como José Lazaro, 75 anos, brasileiro; José Maria Marin, 83 anos, brasileiro; Julio Rocha, 64 anos, nicaraguense; Costas Takkas, 58 anos britânico; Jack Warner, 72 anos, trinitino e Jeffrey Webb, 50 anos, caimanês. 

O porta voz da FIFA, Walter de Gregorio, em coletiva de imprensa hoje pela manhã, afirmou que a entidade vai colaborar com as investigações, fornecendo todas as informações necessárias para esclarecer o caso.

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 Sempre de acordo com o porta voz da entidade, o presidente da FIFA, Joseph Blatter, ao momento não está envolvido no caso, comemorou a notícia e está calmo, pronto a colaborar com as autoridades. #Seleção de Futebol #Europa