Quando o árbitro Antônio Pereira da Silva apitou às 18h do dia 17 de junho de 2001 os gremistas soltavam um grito de campeão que durante mais de uma década não mais se ouviu. Com uma bela atuação, o Grêmio batia o Corinthians por 3x1 fora de casa e conquistava a Copa do Brasil daquele ano. Quase quinze anos depois, veja o que fazem atualmente os onze jogadores gremistas que iniciaram a partida naquela tarde.

Danrlei – Lançado em 1993, o goleiro vivenciou de perto uma ótima fase gremista. Com quase 600 jogos pelo clube, saiu em 2004 para jogar pelo Fluminense, sem o mesmo sucesso. Depois de atuar pelo Atlético-MG e em Portugal, disputou alguns gauchões por São José e Brasil de Pelotas antes de pendurar as luvas e dedicar-se à política. Em 2010, foi o quarto candidato a deputado federal mais votado pelo RS, com 173.789 votos. No ano passado, reelegeu-se com 158.973 votos. Tem 42 anos.

Marinho – Conhecido pelo vigor físico em campo, o zagueiro, além do Grêmio, teve boas passagens por Atlético Paranaense e Ponte Preta e foi titular do Corinthians no polêmico título brasileiro de 2005. Em 2011, aposentou-se, aos 35 anos, após uma curta passagem pelo Barueri. Recentemente, voltou a ter seu nome na mídia ao ganhar uma ação contra o Corinthians. Atualmente, com 39 anos, vive no interior paulista, longe do #Futebol.



Mauro Galvão – A classe em campo o identificava de pronto. Campeão da Libertadores pelo Vasco e da Copa do Brasil pelo Grêmio, o jogador assumiu o desafio de ser treinador assim que encerrou como atleta, em 2002, aos 40 anos. Como o sucesso não foi obtido, ele decidiu ir para outra área do futebol. Foi diretor-executivo de Avaí e Vitória antes de permanecer como gerente da base do Vasco entre 2012 e 2014. Em 2015, esteve na Europa de férias com a família. Aos 53 anos, está desempregado e busca um nova oportunidade no futebol.



Roger – Com mais de 400 jogos pelo Grêmio, atuou no futebol japonês e no Fluminense, onde também ganhou a Copa do Brasil em 2007, antes de abandonar a bola em 2008. Em 2011, passou a ser auxiliar-técnico do próprio Grêmio. Atualmente, é treinador de futebol e dirige o Novo Hamburgo, que fez bom Gauchão 2015.



Anderson Lima – Especialista em cobranças de falta, Anderson encerrou a carreira na Chapecoense em 2009. Nos anos seguintes, foi assistente técnico na Portuguesa, Atlético Paranaense e Bahia. Atualmente, aos 42 anos, joga no clube de veteranos Vila Carvalho, que disputa o campeonato amador de Sorocaba, em São Paulo.



Anderson Polga – Com dois títulos mundiais no currículo, um pela seleção em 2002 e outro pelo Corinthians em 2012, Polga abandonou a carreira em 2013, depois de uma curta passagem pelo clube paulista. Com 36 anos, não segue no meio do futebol.



Tinga – Bicampeão brasileiro pelo Cruzeiro, o meia anunciou aposentadoria em maio de 2015, aos 37 anos. Fora dos gramados, Tinga já afirmou que fará alguns cursos e se dedicará à área de gestão do futebol.



Zinho – Aposentado desde 2006, quando esteve no futebol dos EUA, Zinho foi outro que dedicou-se ao ramo da gestão esportiva. Esteve no Flamengo em 2012 e recentemente no Santos, onde foi demitido. Hoje em dia, aos 47 anos, acertou que será o auxiliar técnico do ex-jogador e atual treinador Jorginho. Ambos aguardam um clube.



Rubens Cardoso – Campeão mundial pelo Inter em 2006, o lateral encerrou a carreira profissional em 2012, no Jabaquara, do interior paulista. Com 38 anos, Rubens é o atual técnico do Amparo, que joga a quarta divisão do futebol de São Paulo.



Luís Mário – Depois de renunciar à segunda aposentadoria e defender o Novo Hamburgo, de Roger, no Gauchão 2015, o Papa-Léguas, aos 38 anos, voltou atrás mais uma vez e optou por largar o futebol de novo. Resta saber até quando.



Marcelinho Paraíba – Do time de 2001, Marcelinho é o único que se mantém em plena forma. De carreira vitoriosa, o meia, aos 39 anos, foi eleito o craque do Catarinense 2015 jogando pelo Inter de Lages e foi contratado pelo Joinville, que disputa a Série A nesse ano. #Entretenimento #Resenha Esportiva