A era Luxemburgo começou no Cruzeiro em meio à desconfiança da torcida e baixa estima dos atletas. Com as vitórias sobre o Flamengo na estreia e sobre seu arquirrival Atlético Mineiro e na sequência sobre o Vasco da Gama, deram um novo alento ao time e tranquilidade ao treinador. Mas logo em casa veio a derrota para a Chapecoense trazendo à tona vaias ao presidente, no estádio com 35 mil torcedores às 11 horas de domingo passado, evidenciou a insatisfação da torcida apos o desmanche da equipe e a falta de reposição no meio campo e ataque.

Como justificativa o presidente Gilvan de Pinho Tavares, alegou que o mercado está pouco aquecido e falta nomes de qualidade para o setor.

Publicidade
Publicidade

Já o treinador mostrando otimismo disse que o time brigará pelo titulo e pela classificação para a Libertadores mesmo que esses reforços não venham.

O time celeste joga agora em Curitiba contra o "Coxa" na expectativa da volta do seu meio campista De Arrascaeta, que estava defendendo a seleção Uruguaia na Copa América (Eliminado pelo Chile nas oitavas de final), mas tem desfalque na zaga com a suspensão de Bruno Rodrigo.

A expectativa é que o time se encorpe mais e desenvolva um bom #Futebol, para o técnico Vanderlei Luxemburgo a vinda de possíveis reforços elevaria ainda mais as possibilidades de títulos brasileiro e copa do Brasil. Já a diretoria celeste diz estar atenta ao mercado e buscando um meia, camisa 10, e também um atacante com características diferentes daquelas que já se tem na Toca II.

Publicidade

A torcida não alivia e cobra bastante nas redes sociais e nos programas de TV do estado, a alegação é de que o clube vendeu a metade do time e tem dinheiro em caixa para trazer bons nomes para substituir à altura os que saíram.

Um outro problema é o uso  do Mineirão pelo clube, que vê seu rival ter da Minas Arena melhores condições para jogos ao tempo em que não tem contrato longo como o Cruzeiro, a empresa que administra o estádio cobra uma dívida acima de 5 milhões do clube, que alega privilégios ao Atlético em detrimento ao contrato assinado como os celestes.