Tudo teve origem nas notícias publicadas no Financial Times, que anunciou a possibilidade da compra da F1, por investidores dos Estados Unidos e do Catar. Entrevistado pelo the Guardian Mario Andretti, que foi campeão mundial de automobilismo nesta categoria declarou seu desejo que isto venha a acontecer.

O lado americano da negociação envolve o dono do Miami Dolphins (Stephen Ross), time profissional de futebol americano que está localizado na área metropolitana da cidade de Miami, situado na divisão East da Conferência América (AFC) da National Football League (NFL). Siglas à parte, Andretti considera que se Ross realmente efetivar esta proposta, seria algo altamente positivo para o esporte americano e mundial e torce para que o acordo seja realmente concretizado.

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O esporte do inesquecível Airton Senna, o ídolo brasileiro e mundial passa por dificuldades.

Jordan, o repórter esportivo da área automobilística já fez anteriormente declarações públicas nas quais pede a saída de Ecclestone, ao qual culpa pela instabilidade da categoria. Para a fórmula 1 a exploração do rico mercado americano poderia representar uma redenção e o surgimento de novos pilotos. Acredita-se nos meios esportivos envolvidos com o automobilismo, que este fato poderia representar uma revolução para a categoria. Com a injeção de novos capitais a categoria sairia das dificuldades financeiras atuais.

Tudo isto acontece enquanto está em negociações entre Bernie Ecclestone e os promotores do GP América, em Nova Jersey para que a corrida seja novamente efetuada no multifuncional circuito de Austin, no Texas, onde há quatro anos a categoria voltou a realizar uma corrida na América, com bons resultados financeiros para todos os envolvidos.

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Estuda-se também uma segunda corrida para os americanos e que poderia, segundo Andretti, ser realizada na cidade de Nova York. Há pedidos para que ela seja na Califórnia, onde o clima é mais saudável para os pilotos.

As negociações envolvem cifras milionárias e os valores podem superar a cifra de 24 bilhões de dólares. É muito dinheiro, mesmo para uma categoria milionária como a F1, mas com a competência de Ross, estes valores poderiam ser recuperados em curto espaço de tempo.

Em paralelo a fórmula 1 corre pelas pistas da Europa e o campeonato está mais uma vez praticamente decido. Pelo menos o de construtores já é dado como certo e o de pilotos, reside na sorte ou eficiência dos dois pilotos da Mercedes. A Honda tentou, mas falhou com a McLaren e pretende construir nova fábrica e assumir mais duas equipes. Mas certamente não será com este motor, com o qual a equipe está em um dos últimos lugares, tendo até agora conseguido apenas um quarto lugar, com Button, o que é muito pouco para a escuderia britânica, uma das grandes do automobilismo mundial. #Entretenimento