O sérvio Novak Djokovic já está em Nova York para a disputa do #UsOpen, que se inicia já na próxima segunda-feira (31). Campeão nos #EUA em 2011, o número 1 do mundo mira o bicampeonato do torneio e larga na competição diante do brasileiro João Souza, o Feijão. Entretanto, Nole divide os holofotes do mundo do #Tênis, no momento, com o suíço Roger Federer e o britânico Andy Murray, que apresentaram bons resultados nos torneios preparatórios e se credenciaram como favoritos ao último Grand Slam da temporada.

Em entrevista concedida à emissora ESPN, o tenista da cidade de Belgrado tratou de rasgar elogios a Federer e Nadal, que, segundo ele, possibilitaram um crescimento muito grande em seu jogo.

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Contra o suíço, por exemplo, Djokovic, então com 20 anos, disputou sua primeira final de um dos quatro maiores torneios do mundo. Em 2007, foi batido na final do USOpen por três sets a zero por Federer.

"Para mim, considero um grande privilégio poder fazer parte dessa "era" Roger Federer no tênis, assim como a de Rafael Nadal. Com certeza, os dois me fizeram ser um jogador muito melhor. Joguei inúmeras vezes com eles, mais de 40 partidas com cada um, sempre em pisos e superfícies distintas, que tudo isso me abriu muitas portas. Pude começar a acreditar que eu poderia disputar com eles nesse nível tão alto", comentou Djokovic.

No confronto direto contra os rivais citados, Djokovic segue em desvantagem. Nadal lidera o placar por 23 confrontos a 21. Federer, por sua vez, supera o sérvio por 21 triunfos contra 20.

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Mas, para Nole, ter perdido consecutivamente para esses jogadores no início de sua carreira teve o seu lado bom.

"Passei momentos difíceis por muitos anos e duvidava de mim mesmo porque sempre acabava perdendo para Roger e Rafa nos maiores torneios. Fica faltando aquele passo a mais na hora decisiva. Só que essas derrotas acabaram me fortalecendo e passei a entender o que era preciso fazer para ganhar um Grand Slam. Foram rivalidades importantes para que eu pudesse ter sucesso no tênis", avaliou Djokovic.