As mortes ocorridas dentro do campo de jogadores como Serginho, Marc Vivien Foe, Miklos Feher e Antonio Puerta trouxeram aos torcedores de diversas partes do mundo um lado triste de #Futebol. Imagens chocantes e cenas terríveis serviram para reacender a discussão sobre até que ponto a prática esportiva é saudável e se os clubes oferecem condições aos atletas de terem um acompanhamento periódico de saúde.

Serginho – Em uma partida pelo Campeonato Brasileiro de 2004, o zagueiro Serginho, do São Caetano, era titular do time em um confronto diante do São Paulo, no Morumbi. Aos 14 minutos do segundo tempo, com o placar ainda em 0x0, ele sofreu uma parada cardiorrespiratória, caiu desacordado no gramado e veio a falecer no hospital.

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Ainda no gramado, o goleiro do São Caetano, Sílvio Luiz, revelou que alguns exames cardíacos do jogador tinham apontado alterações.

Marc Vivien Foe – Em junho de 2003, Foe fazia parte da delegação da seleção de Camarões que estava na França para a disputa da Copa das Confederações. Durante a semifinal contra a Colômbia, o jogador desabou no meio do campo aos 27 minutos do segundo tempo e foi removido do gramado por uma maca. O jogador não foi reanimado e morreu ao chegar no centro médico. Uma segunda autopsia apontou que o óbito ocorreu em decorrência de complicações cardíacas.

Miklos Feher – Em 25 de janeiro de 2004, o húngaro Miklos Feher estava em campo vestindo as cores do Benfica, de Portugal, em um duelo contra o Vitória de Guimarães, quando sentiu-se mal e caiu inconsciente no campo.

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Curiosamente, o meia, que tinha 24 anos, tinha recebido um cartão amarelo por retardar uma cobrança de lateral segundos antes de desabar no gramado. Ele chegou a ser levado ao hospital com vida, mas morreu horas depois devido a uma fibrilação ventricular no coração. O Benfica decidiu aposentar a camisa 29 usada por Feher.

Antonio Puerta – Durante uma partida pela Liga Espanhola contra o Getafe, em 25 agosto de 2007, o lateral-esquerdo do Sevilla, Antonio Puerta, sofreu uma parada cardíaca e teve de ser levado às pressas para o vestiário, onde sofreu outras paradas cardíacas. Relatos dão conta de que, já no hospital, Puerta sofreu um total de nove paradas e teve danos seríssimos no cérebro. Morreu três dias depois. #Blasting News Brasil #Futebol Internacional