Pela primeira vez na história, uma juíza seria responsável por conduzir uma final masculina do US Open. Tamanha responsabilidade não afetou o desempenho da grega Eva Asderaki-Moore. Pelo contrário. Em uma atuação brilhante, Eva não errou nenhuma chamada e acertou absolutamente todas as bolas em que teve que intervir, fosse para cantar fora ou dentro.

O 100% de aproveitamento em suas intervenções deixaram maravilhados milhões de espectadores ao redor do mundo que estavam ligados na grande final. Nem mesmo Novak Djokovic e Roger Federer, protagonistas da noite em Nova York, tiveram motivos para reclamarem de Eva, cirúrgica em suas marcações.

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E mesmo filmada a cada marcação feita, a grega evitou fazer caras e bocas, sorrir ou gabar-se do ótimo desempenho. Manteve a discrição do início ao fim do jogo e mereceu a onda de elogios que dominou as redes sociais. No mesmo passo, Eva conseguiu, dentro do limite, controlar a animada plateia na Arthur Ashe Stadium, que em nenhum momento escondeu sua preferência por Federer.

No Twitter, não demorou para que inúmeras mensagens de elogios a Eva fossem publicadas. Até mesmo jogadores profissionais do circuito fizeram questão de mencionar a grega. O brasileiro Bruno Soares, por exemplo, foi um dos que se manifestaram positivamente sobre o desempenho da árbitra de cadeira.

O jornalista Alexandre Cossenza, do blog Saque e Voleio do site Uol, chegou a brincar com a situação pedindo interferência de Eva em temas humanitários: “Li aqui que foi oferecida para Eva uma cadeira no Conselho de Segurança da ONU”.

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Já Gustavo Hofman, da ESPN, pediu que a árbitra desse uma passada no Brasil para resolver um certo probleminha frequente. “Alô, @salviospinola! Chama a Eva para apitar no Brasileirão”, disse, em mensagem enviada ao ex-árbitro Sálvio Spínola, que também faz parte do time da ESPN. #Tênis #EUA #UsOpen