O melhor jogador do mundo é, nesse momento, um homem infeliz no clube onde trabalha e no país onde reside, Espanha. É o que afirma o jornal “Correio da Manhã”, em reportagem especial. Segundo o jornal, Ronaldo só conta com a família e a seleção de seu país para conseguir fugir dos problemas pessoais e profissionais.

O craque do Real Madrid não se sente mais feliz no clube e nem com a torcida merengue, que "pega bastante no pé" do jogador, quando este não faz uma boa partida. Nos últimos sete jogos, CR7 só marcou um gol, muito devido ao mau relacionamento que se estabeleceu com os colegas de time e, principalmente, com o novo técnico, Rafa Benitéz.

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Ao contrário do que acontece com Neymar, que brilha em quase todos os finais de semana pelo Barcelona, #Cristiano Ronaldo não vive boa fase. Depois de ter perdido no início do ano a namorada, Irina Shaik, com quem mantinha um relacionamento já duradouro, seu rendimento dentro dos gramados nunca mais foi o mesmo, deixando a torcida do Real cada vez mais impaciente.

Ainda segundo o “Correio da Manhã”, só mesmo a família do craque, bem como os treinamentos com a seleção portuguesa, onde tem publicado nesses últimos dias muitas fotografias sorridente nas redes sociais, o tem ajudado a esquecer um pouco os problemas na Espanha. A falta de gols e de frescura física têm sido os principais problemas de Cristiano, que desde que fez 30 anos, nunca mais conseguiu ser o mesmo jogador, aquele que garantiu a Bola de Ouro no ano passado, desbancando Messi e Neymar.

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Por isso mesmo, Cristiano Ronaldo tenta arranjar todas as desculpas possíveis para estar longe da Espanha e dos espanhóis, que, para ele, nunca aceitaram bem todo o seu sucesso, nem tão pouco deram valor ao que ele conquistou pelo Real Madrid nesses últimos cinco anos.

Em fase contrária está Neymar, que cada vez mais se solidifica como a melhor jovem promessa do futebol mundial. Depois de Ronaldo e Messi, o brasileiro é o mais forte candidato a se tornar o melhor jogador do planeta, repetindo o feito de outros craques do Brasil, como: Romário, Ronaldo, Rivaldo, Ronaldinho Gaúcho e Kaká. #Crise #Futebol Internacional