Mesmo focado nos temas que dizem respeito ao parlamento russo, lugar onde habita desde 2011 quando foi eleito pelo povo do seu país, o ex-tenista Marat Safin não se desliga completamente do esporte que o consagrou. Número 1 do mundo em 2000, o jogador conseguiu ser protagonista em uma época que o circuito do #Tênis, segundo ele, "não tinha apenas quatro ou cinco dominando, como hoje".

O ano era 2005. No primeiro Grand Slam do ano, Safin iniciava sua caminhada no Australian Open diante de um garoto sérvio que parecia impressionado pelo simples fato de poder jogar com um dos grandes nomes do momento. O jogo, bom, o jogo foi um mero detalhe para Safin, que não teve a menor dificuldade em aplicar 6/0 6/2 6/1 no jovem...

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Novak Djokovic. Mais tarde, Marat Safin venceria o torneio diante do australiano Lleyton Hewitt. Mas ele ainda lembra bem daquele jogo de estreia.

"Já era muito evidente que ele era talentoso e que poderia se tornar muito forte dentro do tênis. Mas realmente não esperava que ele pudesse vencer dez Grand Slams. O que sinto é que agora é bem mais fácil vencer um Slam do que no passado. Quando eu jogava, atuava com Sampras, Agassi, Kuerten, Krajicek, Ivanisevic, Kafelnikov, enfim, havia melhores jogadores", avalia.

E uma das grandes rivalidades atuais do tênis, que confronta a regularidade de Novak Djokovic diante da genialidade de Roger Federer, também foi analisada pelo antigo tenista russo, campeão do Aberto da Austrália em 2005 e do US Open de 2000. Safin, é claro, elogia Djokovic, mas...

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"Novak é focado, trabalhador e absolutamente completo. Roger Federer é, sem dúvida, o jogador mais completo da história. Ele é um tenista muito completo. Tem muitas armas e faz o que quiser com a bolinha. Infelizmente, nós não temos todo esse seu talento", salienta o ex-jogador e atual político da Rússia, aos 35 anos.

Conhecido pelo seu forte temperamento dentro de quadra, Marat Safin conseguiu, entre quebras de raquetes e discussões com os árbitros, escrever seu nome na história do tênis. Além dos dois Grand Slams conquistados, ele também foi número 1 do mundo e acumulou mais de US$ 14 milhões em premiação. #Entretenimento