A #Seleção Brasileira entra em campo nesta terça-feira, 13 de outubro, contra a Venezuela, valendo pela segunda rodada das Eliminatórias Sul-Americanas para a Copa do Mundo da Rússia, em 2018. A partida será realizada na Arena Castelão, em Fortaleza, capital do Ceará.

Após a derrota por 2x0 para o Chile, jogando em Santiago, capital chilena, na estreia da competição, agora o Brasil sofre a pressão de ter que vencer em sua primeira partida no torneio jogando dentro de casa.

E para este novo desafio, o técnico da seleção brasileira, Dunga, deve fazer algumas alterações com relação ao time que perdeu na estreia para o Chile.

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Está cotado para iniciar a partida desta terça, o lateral-esquerdo Filipe Luís, jogador do Atlético de Madrid da Espanha, no lugar do também lateral Marcelo (Real Madrid), que não foi bem contra os chilenos.

Além de Filipe, outro jogador que deve começar a partida contra os venezuelanos é o meio-campista Lucas Moura, revelado pelo São Paulo e atual jogador do Paris Saint-Germain da França. Ele deve entra no lugar de Willian (Chelsea), outro que ficou devendo contra o Chile.

Por fim, a terceira e última mudança de Dunga deve ser a entrada de outro Lucas, o Lima, meia do Santos, considerado atualmente como uma das principais revelações do #Futebol brasileiro. Com estilo de jogo de um camisa 10 clássico, Lucas Lima ganhou a confiança do treinador da seleção e participou do último coletivo realizado ontem, segunda-feira, 12, entre os titulares.

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“Não se enganem com a Venezuela”, diz especialista

Freguês histórico do Brasil, a Venezuela durante muito tempo foi um verdadeiro “saco de pancadas” da maioria das seleções sul-americanas. No entanto, nos últimos dez anos, o futebol foi ganhando mais atenção e investimentos no país, o que possibilitou um maior fortalecimento da seleção local.

Com o tempo, as goleadas sofridas foram dando lugar às derrotas mais apertadas, chegando, aos poucos, às vitórias, a mais notória delas, foi justamente diante do Brasil, por 2x0, em amistoso realizado nos Estados Unidos no ano de 2008. Por coincidência, os brasileiros naquela oportunidade também eram treinados por Dunga.

Para o jornalista esportivo André Oliveira, a Venezuela pode sim aprontar, mais uma vez, pra cima do Brasil. “Não tenha dúvida disso. A seleção brasileira é superior? Claro que sim. Mas isso é fora de campo, no papel. Dentro de campo as coisas estão bastante ruins para o Brasil. Dunga assumiu uma responsabilidade muito grande de arrumar o time depois daquela tragédia da última Copa.

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Essa pressão se reflete dentro de campo, com os jogadores demonstrando ansiedade e insegurança. A Venezuela não é lá grande coisa, mas pode se aproveitar disso, tenha certeza. Será um jogo tenso”, garante André.

“Não se enganem com a Venezuela. Ela não é mais aquele ‘saco de pancadas’ que estávamos acostumados a ganhar de cinco, de seis ou de sete. O futebol deles melhorou, e muito, se compararmos ao que eram. Se eles conseguirem jogar no erro do Brasil e abrirem o placar, por exemplo, podem desestabilizar completamente os jogadores brasileiros, que, já sob pressão, podem perder o rumo da partida”, alerta o jornalista.

O jogo entre Brasil e Venezuela terá início às 22 horas (horário de Brasília). #Blasting News Brasil