A conquista da Grã-Bretanha na Copa Davis tem nome e sobrenome: Andy Murray. Não só pelo que fez no confronto final contra os belgas, na Bélgica, mas por todo o seu desempenho durante a campanha na competição. Demonstrando perfeição e enorme vontade em tirar os britânicos do jejum de 79 sem esse título, Murray venceu os 11 #Jogos que participou em quantro confrontos rumo à conquista.

O desempenho fabuloso foi reconhecido pelos rivais belgas, sobretudo pelo oponente David Goffin, derrotado por Murray no confronto decisivo desse domingo. Nas palavras do belga, o britânico é um verdadeiro campeão: “Ele é um grande campeão. Eu tentei lutar, fui até onde foi possível, mas ele foi monstruoso em quadra”, disse Goffin, que caiu em três sets com parciais de 6/3 7/5 6/3.

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Murray, dessa forma, fecha com chave de ouro uma das melhores temporadas da sua carreira. Recentemente, ele havia reconquistado o posto de número 2 do mundo no lugar do suíço Roger Federer. No currículo, o britânico já tinha duas conquistas de Grand Slams (US Open 2012 e Wimbledon 2013) e uma medalha de ouro nas Olimpíadas de Londres, em 2012. Faltava uma Copa Davis. Agora não falta mais.

“Eu realmente não acredito que vencemos esse título. Creio que joguei o meu melhor de sempre. Queria muito isso para o meu país. Não sei se terei de repente uma outra oportunidade para buscar isso”, revelou Murray logo após a conquista.

Paz reina entre as torcidas

O clima de paz e o espírito esportivo tomaram conta da arena de Ghent, na Bélgica, que recebeu os jogos da final da Copa Davis entre Bélgica e Inglaterra, neste final de semana.

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Nas últimas semanas, havia um temor sobre a segurança das partidas, já que os recentes atentados terroristas em Paris também respigaram na Bélgica.

Mas, no fim, nenhum incidente foi registrado e tudo ocorreu da melhor forma possível e até mesmo a relação entre as duas torcidas nas arquibancadas foi amistosa e sem maiores problemas. #Entretenimento #Tênis