O #Palmeiras ainda pode receber um grande reforço para a disputa dos Campeonatos em 2016. Com a Libertadores como alvo, a diretoria almeja mais jogadores de qualidade para reforçar pontualmente o elenco.

O meia Lucas Lima, apesar de descartado pelo presidente Paulo Nobre, do Palmeiras, ainda pode parar no Palestra Itália. O atual mandatário já confirmou que o atleta foi oferecido, mas que o clube não tem condições financeiras de contratá-lo. Modesto Roma, presidente do #Santos, ameaçou processar Nobre por assédio em cima do jogador. Mas, na realidade, é o próprio Lucas que pediu para deixar o time alvinegro e jogar em outra equipe do Brasil.

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Segundo informações não confirmadas, Lucas Lima não quer jogar no exterior por enquanto. Ele quer fazer sucesso no Brasil, conquistar títulos e visar uma vaga na seleção brasileira que disputará a Copa do Mundo de 2018 (caso conquiste vaga nas Eliminatórias). Vice-campeão da Copa do Brasil com o time praiano, o atleta não terá a oportunidade de disputar a Copa Libertadores. Se acertar com o Palmeiras, aí poderá sonhar com o título da América.

Conforme o tempo passa, a situação fica ainda mais apertada para os santistas. O Palmeiras, na sua posição, aguarda novo contato do estafe do jogador para negociar. A primeira proposta foi muito fora da realidade brasileira e foi prontamente negada por dirigentes palmeirenses. No entanto existe a grande possibilidade dos valores caírem e o atleta vestir a camisa do Palmeiras.

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O projeto da diretoria também chamou a atenção dos empresários de Lucas.

Chegada de Robinho também pode ajudar

O Santos está bem próximo de fechar o retorno de Robinho. O ídolo santista não vai ficar mais no #Futebol chinês e deve ser anunciado em breve na Vila Belmiro. Com a confirmação, a saída de Lucas pode ser sacramentada e facilitada. 

E a Crefisa?

Paulo Nobre comenta com pessoas próximas que não vai mais pedir ajuda da Crefisa. Para ele, o patrocinador tentou se meter muito na administração do clube. Centrado, o atual presidente quer apenas ter uma parceria, não uma co-gestão como foi na época da Parmalat.