O Sporting tem que vender obrigatoriamente Rui Patrício, um dos melhores jogadores do plantel, no próximo verão. Como mostra o site “Notícias ao Minuto”, o clube português tem no seu acordo com a Gestifute, fundo e empresa do famoso empresário Jorge Menes, que vender o seu goleiro titular o mais rapidamente possível, se não o Sporting vai ter que pagar uma multa na ordem dos 3 milhões de euros, visto que o fundo detém cerca de 17,5% do passe de Patrício. Caso o Sporting receba uma proposta na ordem dos 18 milhões pelo goleiro, o clube é obrigado a vender, mesmo que a cláusula esteja nos 40 milhões de euros.

O problema com os fundos e as empresas que investem nos jogadores do time tem dado muitas dores de cabeça ao atual presidente do Sporting, Bruno de Carvalho, que se vê muitas vezes obrigado a obedecer às exigências desses mesmos investidores, por causa dos contratos assinados.

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Depois de ter perdido o processo contra o fundo Doyen, agora é a vez da Gestifute dar problemas ao clube.

Tal como garante o site “Football Leaks”, um contrato assinado entre a Gestifute e o Sporting, em 2012, na altura que Ruí Patrício renovou pelo clube, o Sporting tem que vender o seu goleiro até ao verão europeu de 2016, se não terá que indemnizar o fundo/empresa de Jorge Mendes em um valor de cerca de três milhões de euros. Assim, qualquer proposta na ordem dos 18 milhões de euros pelo jogador mais importante do elenco, sobretudo pela sua qualidade e experiência no clube, tem que ser imediatamente aceite por Bruno de Carvalho.

Sem grandes culpas pelo que está acontecendo com Ruí Patrício, Bruno de Carvalho já garantiu várias vezes publicamente estar farto de que os investidores e os fundos estejam controlando o futebol mundial e fazendo várias pressões aos jogadores e aos clubes por causa das suas vontades incontroláveis de lucros fáceis.

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Por isso mesmo, o presidente do Sporting quer terminar o mais rapidamente possível com as ligações do clube a fundos. Enquanto isso não acontecer, o clube é obrigado a obedecer aos contratos assinados pelas antigas direções. #Negócios #Futebol Internacional