Impaciente, a torcida do #Palmeiras já pede a cabeça do técnico Marcelo Oliveira. O curioso é que o nervosismo de parte dos palmeirenses nem é tanto assim por conta dos resultados, mas sim da forma como o time se porta em campo. 

Já estamos no final de fevereiro e o treinador não conseguiu repetir a formação uma única vez. Às vezes joga com três volantes, às vezes coloca Robinho, às vezes entra Alecsandro e sai Barrios, às vezes entra Rafael Marques. A inconstância da equipe tem causado um certo receio no palmeirense, que vê na Libertadores a esperança do ano. 

Analisando as outras equipes do torneio continental, percebe-se que o Palmeiras está devendo.

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Apesar de ser considerado bom o empate contra o River Plate do Uruguai, fora de casa, faltou mais tranquilidade e menos ansiedade na equipe que ficou duas vezes na frente do placar. 

Nesta segunda-feira, Paulo Nobre, presidente do clube, fez questão de confirmar a manutenção de Marcelo Oliveira no cargo. Para o atual mandatário, trocar de treinador não surte os resultados necessários. 

"Disputou seis finais de torneios nacionais e foi campeão recente com o Palmeiras. O currículo dele fala por ele," disse. "Em 2014 troquei três vezes de técnico e as coisas não deram certo," confirmou. 

Nobre também fez questão de tranquilizar o torcedor que imaginou que Oliveira 'perdeu' o vestiário. "Com certeza esse não é o caso," afirmou. 

Apenas uma vitória

Em 2016, a equipe alviverde tem somente uma vitória.

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Os três pontos vieram justamente na estreia do Paulistão contra o Botafogo-RP. De lá até aqui já são cinco partidas sem vencer. No último sábado, contra o Santos, o time não conseguiu criar e dependeu bastante dos chutes de Alecsandro e da 'chuveirada' promovida pelos dois laterais (Zé Roberto e Lucas). 

Retorno

Cleiton Xavier, que tinha retorno programado para início de março, apareceu no gramado do Centro de Treinamento do Palmeiras na Barra Funda, Zona Oeste da cidade. O meia correu pelo campo e logo deixou o local. Outro jogador que vai iniciar a preparação de retorno é Moisés. Após operar o pé, o recém-contratado só deve tocar na bola daqui quatro meses.  #Corrupção no futebol #Copa Libertadores 2016