Uma das pessoas mais amargas e rancorosas do #Futebol é o técnico da #Seleção Brasileira, Dunga. Símbolo de raça e dedicação como jogador, o capitão do tetracampeonato nem de longe possuí o prestígio e o apoio que já esteve do seu lado um dia. Em mais uma convocação para as partidas diante de Uruguai e Paraguai pelas Eliminatórias da Copa do Mundo, o comandante manteve a base dos jogadores que participaram dos últimos jogos, deixando de fora alguns nomes bem cotados como Thiago Silva, Jonas, Jéfferson e Lucas.

Dunga parece estar se fechando com uma panela de jogadores da sua preferência e repetindo os mesmos erros cometidos em 2010, quando montou um grupo questionável para a disputa da Copa do Mundo na África do Sul.

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Na ocasião, o treinador blindou seu grupo contaminando sua raiva e discórdia contra a torcida e principalmente a imprensa. O pior de tudo é que diante deste cenário, fica a impressão de que Dunga se sente confortável neste papel de carrasco intragável, que não tolera erros nem admite ser contrariado.

Ainda que a torcida brasileira preferisse ver Tite ou Cuca à frente da Seleção nacional, terá que aturar Dunga e suas rabugices muito provável até a próxima Copa do Mundo na Rússia. Até lá, os renegados correm contra o tempo para provar o seu valor ao teimoso comandante brasileiro. 

Os renegados

Thiago Silva: capitão do PSG e da Seleção Brasileira por tantos anos, eleito no início do ano pela FIFA como um dos zagueiros da Seleção de 2015 ao lado do espanhol Sérgio Ramos, o defensor brasileiro, inexplicavelmente parece ter sido responsabilizado como o único culpado pelo revés de 7 a 1 diante da Alemanha na Copa do Mundo de 2014.

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O que convenhamos é uma incoerência esdrúxula, se levarmos em conta que, naquela fatídica partida, os onze jogadores brasileiros estiveram muito aquém do que deles se esperava.

Lucas: garoto de ouro do PSG, o velocista ponta direita tem feito uma boa temporada ao de Ibrahimovic e companhia pelo líder do campeonato francês, quase sempre na condição de titular. Porém, raramente o jogador tem chances de mostrar seu futebol rápido e incisivo na Seleção nacional, fato que já ocorria desde os tempos em que Felipão comandava o time brasileiro.

Jonas: o maior artilheiro do futebol europeu nesta temporada, com 26 gols marcados pelo Benfica, parece definitivamente ser carta fora do baralho na Seleção. Goleador nato, vivendo um dos melhores momentos da carreira, Jonas sequer possui um concorrente de peso para a posição. Ricardo Oliveira, mesmo em ótima fase, está com 35 anos, e Hulk nunca convenceu de fato a torcida brasileira de que merece estar no grupo.

Jéfferson: um dos maiores goleiros brasileiros nos últimos anos ao lado de Fábio (Cruzeiro), Cássio (Corinthians) e Victor (Atlético MG), perdeu espaço para o promissor - porém inexperiente - Alisson do Internacional, por conta de um único erro cometido diante do Chile.

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Dunga parece não ter perdoado o goleiro botafoguense, além de não ter engolido o fato de Jéfferson ter questionado sua decisão de barrá-lo.