Calma, devagar. Conforme nota divulgada pelo presidente suíço Gianni Infantino os testes começarão  nas temporadas de 2017 e 2018. Se tudo corresponder como o esperado, apenas em 2020 se tornará oficial.

Como irá funcionar a ajuda eletrônica

Engana-se aquele que logo imaginou o chip no interior da bola que iria determinar eletronicamente, por exemplo, se a bola  ultrapassou os limites das quatro linhas ou se foi gol ou não. Que nada. A decisão  pelo auxílio da tecnologia talvez lembre mais os anos 70 do que o século XXI de tão simples.

O árbitro auxiliar irá conferir os lances através de um simples monitor de videotapes e ajudará o árbitro principal em  eventuais dúvidas ou infrações.

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Contudo, Infantino é incisivo ao limitar o uso da tecnologia apenas para casos específicos, tais como:  se o gol foi marcado, quanto há dúvidas relacionadas a uma expulsão, marcação de pênalti e para identificar um determinado, aqui a regra foi tão vaga quanto inútil, pois não esclarece se haverá reparação de eventuais danos como, por exemplo, a orientação ao árbitro se ele irá rever sua decisão. Este recurso, entretanto, não será utilizado para os casos de impedimentos.

Novas regras

A Fifa irá ainda testar algumas modificações na regra do jogo já a partir de primeiro de junho deste ano. Na saída de bola o jogador não será mais obrigado a dar o toque inicial para frente  – ele poderá dar o pontapé inicial para qualquer lado. Os jogadores poderão ser expulsos  mesmo antes do início da partida.

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Visando não prejudicar o time que teve um jogador lesionado por falta violenta que tenha resultado cartão amarelo ou vermelho, a partida será paralisada para que o médico entre em campo.

Nos pênaltis, qualquer tipo de paradinha, ou tentativa  para enganar o goleiro, será punida com a perda do direito de bater novamente. Haverá a permissão de uma quarta substituição em caso de prorrogação e por fim quando um jogador evitar de forma ilícita um gol evidente: além de pênalti, o jogador será expulso e suspenso.   #Comunicação #Futebol