Um depósito de US$ 23,7 milhões realizados pelo COL (Comitê Organizador da Copa do Mundo de 2014) a uma conta nos Estados Unidos será o novo alvo de investigação da CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) do #Futebol.

A informação do depósito foi veiculada em reportagem do jornal O Estado de São Paulo, de acordo com a informação o depósito foi concluído em quatro depósitos feitos no mês de fevereiro de 2013.

Informações preliminares indicam que a finalidade desses depósitos eram de “promover o mundial”. 

CPI quer dados bancários da conta em cinco dias

A CPI que investiga o futebol já informou que quer os dados bancários da conta nos Estados Unidos a qual foi depositada os US$ 23,7 milhões no prazo de cinco dias.

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Um requerimento já foi enviado ao Banco Itaú exigindo todos os dados bancários e, por conseguinte, de seu eventual beneficiário (a) para dar continuidade no andamento nas investigações. 

Banco Central registrou transação como “empréstimos diretos”

Segundo informações colhidas no Banco Central, o registro referente essa transação bancária está descrita como “empréstimos diretos”. A informação deverá ser explicada com clareza pelos responsáveis em gerir os recursos do COL.

Os responsáveis na ocasião dos depósitos eram Ricardo Teixeira (ex-presidente da CBF), José Maria Marin e Marco Polo Del Nero (licenciado de seu cargo).

Além dos nomes acima, a CPI também comunicou a FIFA para auxiliar na concessão de informações para “esclarecer” as informações desse empréstimo.

Balanço Patrimonial apresentado pelo COL também será investigado pela CPI

Outra informação que será questionada pela CPI do futebol são as informações do Balanço Patrimonial apresentado pelo COL.

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O balanço informado pelo COL é que no ano de 2012 foram recebidos R$ 55 milhões da FIFA, porém, após a quebra de sigilo bancário do Comitê foram constatados um valor bem superior ao apresentado, R$ 105 milhões. A CPI quer agora que os responsáveis pelo Comitê expliquem qual foi o destino dos outros R$ 50 milhões que não foram declarados. #EUA #Corrupção no futebol