A vitória sobre o São Paulo no último domingo (13) - 2 a 0 com gols de Dudu e Robinho - deu novo ânimo ao #Palmeiras, em especial para a partida da próxima quinta-feira (17), contra o Nacional-URU, pela quarta rodada da fase de grupos da Copa Libertadores da América de 2016. 

Mais do que o resultado positivo no clássico paulista válido pelo estadual, o torcedor do Verdão comemorou a mudança no esquema tático da equipe, promovida pelo interino Alberto Valentim. Diferente de seu antecessor - Marcelo Oliveira -, o comandante "tapa-buraco" apostou em uma formação com quatro jogadores no meio de campo e dois atacantes - Oliveira insistiu até seu último dia  no 4-3-3, com dois volantes, um meia, dois jogadores abertos pelas pontas e um centroavante fixo. 

Não quer dizer com isso que Valentim tenha encontrado a fórmula mágica em apenas três dias sob o comando do time e, muito menos, que seu antecessor era o único culpado pelo mau #Futebol apresentado pelo time durante sua passagem, mas é preciso reconhecer que o Palmeiras precisava de uma mudança no seu sistema de jogo, o que foi feito com êxito pelo interino. 

Resta saber agora se o novo treinador palmeirense, Cuca, terá uma performance superior a de Oliveira - levando o clube ao tão sonhado bicampeonato continental - ou se será mais um técnico de nome - em meio a tantos - que não deu certo no alviverde.

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O primeiro desafio de Cuca será já na próxima quinta-feira, contra o Nacional-URU, fora de casa, pela quarta rodada da fase de grupos da Libertadores. E, pela situação na tabela de classificação e com a derrota em São Paulo na última rodada, recuperar os pontos perdidos para os uruguaios se tornou a primeira grande missão do novo comandante. 

Que as novas opções apresentadas por Valentim na partida contra o Tricolor possam ajudar o treinador recém-chegado a escolher a melhor formação para o Palmeiras e deixar de lado o futebol previsível apresentado na passagem de Oliveira pelo clube palestrino. É isso o que esperam os palmeirenses.  #Copa Libertadores 2016