No recurso enviado ao Tribunal Federal da Suíça, o Sporting garantiu que está em risco de perder Jorge Jesus e vários jogadores por não ter forma de pagar os seus salários. Tal como informa o jornal “Record”, Bruno de Carvalho está ciente de que o pagamento imediato da dívida ao fundo Doyen, na ordem dos 14 milhões de euros mais juros, seria um verdadeiro colapso financeiro para a instituição portuguesa. Por isso mesmo, a direção leonina têm feito de tudo para conseguir adiar o pagamento, de preferência até conseguirem vendar um dos seus titulares daqui a dois meses.

Apesar de ter conseguido garantir a presença na Liga dos Campeões do próximo ano, a verdade é que o pesadelo financeiro do Sporting, que está atravessando uma fase muito complicada, se iniciou depois do clube português não ter conseguido entrar na Champions no início da temporada.

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Com várias dívidas astronômicas por pagar, Bruno de Carvalho admitiu publicamente que há o risco de perder ativos por justa causa.

Na verdade, o risco da instituição portuguesa não conseguir cumprir com as suas obrigações salariais está em causa, segundo explicou o Sporting na carta de recurso enviada ao Tribunal Federal da Suíça, que está analisando o processo há já vários meses. Como informa o jornal “Record”, depois de terem contratado um técnico de finanças especializado, o Sporting concluiu que há o risco do clube entrar em colapso financeiro por causa da sua dívida à Doyen.

Quanto ao fundo Doyen, o CEO já veio a público garantir que está muito contente pela entrada do Sporting na Liga dos Campeões, sobretudo porque isso significa que o clube vai ganhar dinheiro suficiente nessa competição para conseguir pagar na totalidade a dívida que tem para com o fundo, por causa do caso Rojo.

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Como foi noticiado há menos de uma semana na Blasting News, a Doyen sugeriu mesmo que a UEFA penhore os prêmios do Sporting enquanto não pagar as suas obrigações, algo que pode perfeitamente acontecer no futuro, tentando assim salvar a #Crise econômica complicada que o Sporting atravessa. #Negócios #Justiça