Nesta terça-feira, 12, a Federação Paulista de Futebol confirmou que a partida entre o Corinthians e o Red Bull, que aconteceria no domingo, às 16h, será antecipada para o sábado, 16, às 16h20. O motivo para a mudança no cronograma esportivo foi um pedido da Polícia Militar de São Paulo e também da Rede Globo, que avisou que mostraria as manifestações. Antes mesmo da Federação confirmar a mudança, o 'Globo Esporte' fez um pedido ao vivo em prol da importância do momento. Em diversos momentos, o ex-presidente da república Luiz Inácio #Lula da Silva apareceu usando o logotipo do Corinthians, tido como seu time de coração. 

No domingo, 17, será realizada a votação pelo impeachment da presidente na Câmara dos deputados.

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Ao todo, são mais de 500 deputados que devem votar. Para que o processo passe na Câmara, são necessário 67% dos votos dos parlamentares. O alto número de deputados é a maior dificuldade da oposição, que até o momento teria 299 dos 342 deputados segundo um gráfico realizado pelo Estado de São Paulo. 

De acordo com o Professor de Economia Regis Ely, lotado na Universidade Federal de Pelotas, caso a votação fosse realizada nesta terça-feira, a aprovação teria chance de 72% de acontecer. Isso com a participação de todos os deputados que podem votar. Se 5% dos parlamentares faltarem, esse número já cairia para 68,6%. Já Dilma conseguiria reverter o jogo se 10% dos deputados deixassem de ir ao dia que promete ficar marcado na história, tenha ele o resultado que tiver. Para isso, mais de 50 políticos teriam que passar longe da Câmara. 

Até o momento, quase 100 deputados federais eleitos ainda não se pronunciaram sobre qual será o seu voto do dia 'D'.

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A oposição tenta agora conquistar pouco mais de 40 nomes. Os mesmos pelo qual o governo briga. Como Dilma tem a máquina pública com ela, teoricamente o jogo deveria ser fácil para ela ficar, mas não tem sido assim. De acordo com a Folha de São Paulo, o PP também apoiará oficialmente o processo de impedimento. O partido tem a quarta maior bancada da Câmara. Com isso, das quatro legendas com mais parlamentares eleitos, três estarão contra Rousseff. A outra é o próprio Partido dos Trabalhadores (PT), partido da própria presidente.  #Dilma Rousseff #Impeachment