A UEFA, depois de uma ação movida pelo fundo Doyen, avançou para uma ordem de penhora dos futuros prêmios dados pela instituição europeia pelo Sporting, com o objetivo do clube conseguir pagar, de uma vez por todas, uma dívida que tem ao fundo na ordem dos 14 milhões de euros, exatamente o montante que qualquer clube europeu costuma receber para entrar na Liga dos Campeões. Em questão está a transferência de Rojo para o Manchester United que nunca foi paga ao fundo Doyen que detinha uma parte significativa do passe do jogador.

Depois de ter garantido que o seu rival Benfica estava falido, revelando que muitos dos seus jogadores titulares estavam penhorados, a verdade é que a UEFA, tal como aconteceu com o tribunal, deu razão à Doyen e agora pretende ajudar o fundo a recuperar do que o Sporting lhe deve, dando acesso a todos os milhões que o clube iria ganhar com a entrada na Liga dos Campeões.

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Em uma iniciativa completamente inédita e que está humilhando grande parte dos portugueses, sobretudo os sportinguistas, a UEFA quer assim resolver um problema que se arrasta há mais de um ano e que Bruno de Carvalho teimava em não querer resolver, garantindo que o clube estava agora aguardando pelo recurso que terá enviado contra a decisão do tribunal, que condenou o clube português a pagar à Doyen os 14 milhões de euros, originários da transferência feita ao Manchester United, bem como os juros acrescidos.

Assim, o Sporting vai iniciar a sua caminhada na Liga dos Campeões na próxima temporada sem receber um único centavo, o que pode prejudicar muito a balança financeira do clube português, que nos últimos três meses do ano passado apresentou um prejuízo na ordem dos 18 milhões de euros e, com esta decisão polêmica da UEFA, está obrigado a vendar alguns dos seus melhores jogadores por um grande montante para, de alguma forma, tentar conseguir salvar as contas muito complicadas do clube.

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A Doyen consegue assim recuperar o dinheiro investido em Rojo, tendo já garantido que com Bruno de Carvalho no Sporting nunca mais vai investir em ativos leoninos. #Negócios #Justiça