Os fãs do basquete esperam com ansiedade que se confirme a convocação do norte-americano Stephen Curry, autor de jogadas espetaculares em jogos da NBA, para a disputa da Rio 2016. Seria a primeira participação do fenômeno das quadras em Jogos Olímpicos e, para os amantes do esporte, uma oportunidade quase única de ver as feras da liga profissional dos Estados Unidos fora daquele país. Na NBA, Curry defende o Golden State Warriors. Ele poderá estar muito bem acompanhado, já que está prevista também a participação do astro LeBron James, atualmente no Cleveland Cavaliers.

A supremacia norte-americana na modalidade masculina é histórica.

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Atuais tricampeões, eles só não faturaram as medalhas de ouro em quatro ocasiões (uma delas em Moscou, quando o país boicotou a competição). O grupo de atletas para a Rio 2016 deve ser completamente renovado em relação aos últimos Jogos, em 2012.

A seleção brasileira masculina tem um caminho árduo pela frente. O sorteio dos grupos, realizado pela FIBA (Federação Internacional de Basquete), colocou o Brasil no chamado “grupo da morte”, o B, ao lado da Lituânia, Espanha, Argentina, Nigéria e mais um país a ser indicado no torneio pré-olímpico, em julho.  

Brigarão pelas vagas no outro Grupo (A), os Estados Unidos, a China, Venezuela, Austrália e mais dois classificados na competição pré-olímpica. Pelas regras definidas pela FIBA, dos seis países competidores de cada grupo, quatro se classificam para a próxima fase.

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O time brasileiro, comandado pelo argentino Rubén Magnano (campeão olímpico com a seleção de seu país em 2004), conta com a força da torcida e o desempenho dos atletas que atuam na NBA e Europa para surpreender as seleções favoritas. Exceto pelo pivô Thiago Splitter, com lesão, o técnico Magnano poderá contar com jogadores de alto nível e experiência internacional, como Marcelinho Huertas, Raulzinho, Anderson Varejão, Nenê, Leandrinho, Augusto Lima e o jovem Felício, que entusiasmou a torcida nos últimos jogos de seu time, o Chicago Bulls, na NBA. #Rio2016