Atletas refugiados foram acolhidos pelo Comitê Olímpico Internacional para participar dos Jogos Olimpíadas 2016. Eles vão competir sem a bandeira do seu país na cidade do Rio de Janeiro. Atualmente, eles viraram destaque de uma delegação inédita das Olimpíadas. No dia da cerimônia da abertura, farão parte de uma delegação especial. Os refugiados são pessoas que fugiram de guerras, perseguições e hoje lutam por uma vida melhor. Eles representam um problema que atinge mais de 60 milhões de pessoas que foram obrigados a deixar suas casas.

Yusra Mardini é uma dessas pessoas refugiadas, aprendeu a nadar na infância e fazia parte da equipe da Síria de natação.

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Ela disse que sua vida se tornou mais difícil por causa da guerra e que tudo foi ficando mais perigoso. A nadadora tem apenas 18 anos de idade e uma longa missão pela frente, vencer a competição nas Olimpíadas 2016. Atualmente treina num clube de Berlim para ficar mais eficiente e nadar mais rápido os 200 metros livres. Possui 15 anos de experiência como nadadora. Diz que ama o Brasil, que não vê a hora de chegar ao Rio, quer motivar todas as pessoas da idade dela para alcançar seus objetivos.

Farhat Takallo é iraniano e também refugiado, fez parte da seleção iraniana de tiro. Ele ficou dez meses preso e foi ajudado pelo governo e as pessoas da Grécia, hoje é muito agradecido pela ajuda que recebeu. Diz que sente muita falta da família e que espera ser escolhido pelo Comitê Olímpico Internacional, também quer fazer uma linda competição no Rio.

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O objetivo dos refugiados olímpicos é participar dos jogos e chegar ao topo da carreira. Os problemas deles são considerados um caso sério, o Brasil já recebeu mais de nove mil refugiados nesta situação.

Apesar de todos os problemas que passam, alegria e força de vontade não faltam aos refugiados, eles prometeram fazer bonito nos Jogos Olímpicos. Mas ainda se preocupam, porque a guerra em seus países ainda continua e muitos estão tendo suas casas e locais de trabalho destruídos. Eles superam os problemas e as dificuldades, mas participar dos jogos será uma grande vitória. #História #Rio2016