O astro jamaicano das pistas, Usain Bolt, maior nome do atletismo mundial nos últimos anos, iniciou neste final de semana (sábado, 14), em George Town, nas Ilhas Cayman, as disputas oficiais antes dos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro, que serão realizados no próximo mês de agosto. E em sua primeira competição oficial no ano, Bolt não decepcionou os fãs, que lotaram as arquibancadas da “Cayman International” para prestigiá-lo.

O atleta jamaicano abriu 2016 acima dos 10 segundos (o tempo exato foi o de 10s05) ao vencer a disputa dos 100 metros livres. O norte-americano Dentarius Locke ficou em segundo lugar, enquanto Kenar Bailey-Cole, compatriota de Bolt, chegou em terceiro.

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O resultado foi considerado bom pelos especialistas nesta determinada modalidade do atletismo, sobretudo, pelo fato de que Usain Bolt não disputava uma competição oficial deste agosto do ano passado, exatamente um ano antes das Olimpíadas do Rio. Naquela oportunidade, o jamaicano se tornou tricampeão mundial de atletismo (exatamente nos 100 metros livres), com o tempo recorde de 9s79.

Nos Jogos Olímpicos de Londres, em 2012, Bolt foi ainda mais espetacular ao conquistar a medalha de ouro, na mesma modalidade, com o incrível tempo de 9s63, recorde mundial que o astro jamaicano vai defender e tentar quebrar na Rio 2016. Entretanto, para isto acontecer, o próprio atleta reconhece que terá que recuperar a ótima forma física de outrora, perdida nos últimos meses pelo fato de não ter competido em nenhum torneio oficial.

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Para aumentar ainda mais a pressão em cima de Usain Bolt, seu principal rival no momento, o norte-americano Justin Gatlin, venceu os mesmos 100 metros livres, também no sábado, 14, na “Diamond League” em Xangai (China) com a marca de 9h94, tempo menor do que o que Bolt obteve, no mesmo dia, em George Town.

Em entrevista dada no mês de abril para um site jamaicano, Usain Bolt admitiu que não estava no seu melhor momento físico, mas que projetava atingir à condição ideal para os Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro entre os meses de junho e julho, para, com isso, chegar em agosto apto para quebrar o próprio recorde obtido em Londres, quatro anos atrás. #Rio2016