Em 2014, a diretoria do #Real Madrid anunciava, mais uma vez, uma milionária contratação. A diferença da situação é que as enormes cifras, desta vez, não eram destinadas a um grande craque do #Futebol mundial ou uma estrela em crescimento. A contratação em questão era Martin Odegaard, jovem revelação norueguesa que, na época, tinha apenas 16 anos. Na época a imprensa tratou a contratação como destaque na janela de transferências, tanto pela alta cifra como pelo fato do jovem ser desconhecido. 

Porém, até o momento, a aposta do Real Madrid ainda não vingou e não demonstrou nenhum tipo de qualidade que comprovasse toda a grife gerada em torno de sua ida ao clube espanhol.

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O italiano Carlos Ancelotti, treinador da equipe merengue na época da contratação, destacou em seu novo livro o óbvio, que todos já imaginavem. A contratação de Odegaard não passou de uma jogada de marketing do presidente Florentino Perez. 

No livro "Liderança silenciosa: ganhar corações, mentes e jogos" o manager escancarou a situação ocorrida. Sem sitar nomes, mas deixando claro a quem se referia, Ancelotti, que na próxima temporada treinará o Bayern de Munique, destacou a falta de necessidade da contratação, além de comentar que foi obrigado a escalar o jovem norueguês em três partidas da equipe de Madrid. 

“Quando Florentino Perez comprou um norueguês, eu simplesmente tive que aceitar. Além do mais, o presidente decidiu que o jogador atuaria em três partidas com o time principal. Isso certamente foi um exercício de relações públicas”, afirmou em sua obra onde compila experiências de sua carreira de sucesso. 

“Podia até ser o melhor jogador do mundo, mas não importa.

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Não foi um reforço que eu pedi. Essa negociação teve tudo de uma ação de relações públicas”, ressaltou Ancelotti. Desde que chegou ao Real Madrid, Odegaard atuou em apenas duas partidas pela equipe principal e atualmente faz parte do time B do clube da capital. Ao longo da última temporada pelo time alternativo, o jovem disputou um total de 36 partidas e tem a marca pífia de um gol marcado.  #Corrupção no futebol