O futuro do #Vôlei feminino no Brasil, para a temporada 2016/2017, começa a ser traçado. As jogadoras da seleção brasileira, Adenízia, Thaísa e Natália se juntam a Fernanda Garay e Sheilla e partem para jogar fora do país. Jaqueline ainda não tem o próximo time definido e somente a capitã Fabiana assinou contrato com uma equipe nacional, o Praia Clube. Com a queda generalizada das verbas de patrocínio ao voleibol brasileiro e a saída de jogadoras de ponta, uma nova solução apareceu no mercado. O Serviço Social do Comércio (Sesc) do Rio vai se juntar à Unilever e também passará a patrocinar a equipe tetracampeã da Superliga feminina. 

Idealizado pelo técnico Bernardinho, o time, que existe há quase 20 anos e conquistou 11 títulos brasileiros, deverá se chamar Rexona Sesc-RJ.

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 Dessa forma, a entidade do Rio de Janeiro segue o caminho do Sesi-SP, seu “irmão” do setor industrial paulista, que patrocina times nas Superligas feminina e masculina, além de investir nas categorias de base. Atingido com força pela crise econômica, o Sesi-SP perdeu a central Fabiana e a ponteira Jaque, e vai disputar a próxima competição nacional feminina com uma formação sub-23.

Segundo informações da Folha de São Paulo, ao investir em um clube campeão, a entidade fluminense planeja aumentar a frequência de alunos em suas nove unidades no estado, estimulando a prática do vôlei.  Há boa possibilidade de o novo time ser chamado de Sesc Rio nas transmissões de TV, como ocorre atualmente com o Sesi-SP. A CBV ainda não foi oficialmente avisada sobre o acordo.

O técnico Bernardinho, via nota da assessoria de imprensa, analisou a parceria e a nova fase do time que dirige: “Unilever e Sesc nos ajudam a manter grandes atletas no país, inspirando mais jovens a ingressar no esporte”, disse.

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Existe a possibilidade de o Sesc-RJ também investir em uma equipe masculina na Superliga. Ainda sem posicionamento oficial da entidade sobre o assunto, especulações indicam que o novo time ficaria sob o comando de Giovane Gávio, bicampeão olímpico. #Rio2016