Na Eurocopa 2016 que acabou no último domingo, foi possível observar o protagonismo do craque do Real Madrid, #Cristiano Ronaldo. Em duas oportunidades durante o torneio, foi possível observar o espírito de liderança que o português exerce sob seus companheiros.

Na partida contra a Polônia, quando alguns estavam com receio de chutar as penalidades máximas, foi possível ver Cristiano Ronaldo no meio do grupo incentivando e dizendo coisas como: "vem cobrar, você bate bem, se não der certo, azar." Isto deu confiança para os que estavam com medo de errar e prejudicar a seleção de Portugal. 

Na partida final contra os anfitriões franceses, Cristiano sofreu uma forte lesão no joelho e foi obrigado a abandonar a partida de maca e chorando.

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Saiu aplaudido por portugueses e franceses, que se sentiram comovidos com o esforço do jogador em querer continuar jogando. Chegou a ser carregado direto para o vestiário. 

No entanto, para surpresa de todos, no segundo tempo e até o final da prorrogação, Cristiano Ronaldo estava de volta a beira do gramado, com a perna imobilizada, praticamente pulando num pé só, incentivando a seleção de Portugal que sagrou-se campeã da Eurocopa ao vencer a França por 1x0.

Em contrapartida, ninguém esquece a Copa América que acabou no mês passado quando a Argentina foi derrotada pela segunda vez pelos chilenos na cobrança de penalidades máximas em que Lionel Messi foi o responsável por errar um chute. Depois da partida, o argentino praticamente entrou em depressão e chegou a anunciar sua decisão de não mais vestir a camisa da Seleção. 

Embora ninguém discuta o talento de #Lionel Messi, eleito por cinco vezes o melhor jogador do mundo, é inegável que a personalidade de Cristiano Ronaldo, tão criticado por sua arrogância e prepotência, fala mais alto em relação ao craque do Barcelona.

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O próprio Diego Maradona, numa conversa com Pelé na França, teve o áudio captado em que declarava que Messi não tinha personalidade para ser líder. 

O comportamento de Cristiano Ronaldo e de Lionel Messi na Eurocopa e na Copa América, respectivamente, mostrou que não se pode discutir o talento de ambos como jogadores de futebol, mas é inegável que, nos momentos de pressão, o português parece ter uma personalidade mais preparada para enfrentar as adversidades sem se desestruturar.  #Resenha Esportiva