Muitos músculos, suor e dedicação. Chegou ao final nesta semana a 'Casa dos Campeões', uma espécie de 'Big Brother Brasil' do fisiculturismo. Uma carioca chegou à grande final e aproveitou à projeção nacional para falar do preconceito contra a modalidade e também da falta de patrocínio no Brasil. Em entrevista dada à Blasting News, Dayanne Carvalho, 26 anos, falou sobre como é se dedicar à um esporte ainda não muito conhecido no Brasil, mas que faz o maior barulho em países como os Estados Unidos. Formada em arquitetura, a moradora de Duque de Caxias deixa claro "marombeiro não é burro", citando em seguida seus diversos ídolos no fisiculturismo. 

"Gracyanne (Barbosa) é advogada, Paulo Muzy tem três graduações, Paloma Aragão é advogada, Ricardo Barguine é físico. Ou seja, não depende da forma física e sim do interesse pessoal de cada um", disse ela empolgada com o sucesso que teve no reality show de alta performance de bodybuilder e wellnes.

Publicidade
Publicidade

A competição aconteceu em uma mansão localizada no litoral de São Paulo e Dayanne ficou entre as seis finalistas. Carvalho confessa que uma de suas maiores inspirações é a "musa #Fitness" Gracyanne Barbosa, mas que também tem muita admiração por outro nome da modalidade, Paloma Aragão. 

Preconceito e falta de apoio financeiro

À nossa reportagem, ela contou um pouco das dificuldades do esporte. Uma das principais é a falta de patrocínio e competir não é nada barato. Em média, um atleta de alta performance gasta R$ 5 mil em cada competição. Atualmente, Dayanne ainda não vive só do esporte, mas esse é um dos seus maiores sonhos. "O esporte tem muitas dificuldades como a falta de apoio, é muito difícil ter algum tipo de patrocínio. Isso só acontece para pouquíssimos atletas. Tem também o preconceito, tanto físico pois as pessoas discriminam", contou ela.

Publicidade

Carvalho ainda faz questão de lembrar que atletas também se esforçam em outros campos, assim como qualquer pessoa "comum". "E também na questão do intelecto, Tem-se o tabu de que todo Marombeiro é burro. E isso não é verdade. A pessoa não é burra porque é musculosa. Ela já era assim antes", disse ela. Sobre o futuro, a atleta manda o recado: "meu sonho é conseguir competir no Arnold Classic Brasil e no Sul-americano, disputando com as atletas dos países vizinhos".  #É Manchete!