Após fazer o gol da seleção olímpica brasileira na final contra a Alemanha, e também ter feito o último gol de pênalti que deu o título de Campeão Olímpico de Futebol ao Brasil, #Neymar correu para o banco de reservas e voltou ao campo com uma faixa que causou polêmica nas redes sociais e também motivou o COI – Comitê Olímpico Internacional – a se manifestar contra a atitude do jogador. Na faixa haviam os dizeres: “100% Jesus”. Isso, de acordo com alguns dirigentes da entidade, não é permitido em competições organizadas pelo COI.

Porque, segundo informações, a entidade proíbe em seu regulamento qualquer manifestação religiosa que possa vir a acontecer nos eventos do COI.

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Comemorações com teor político, religioso e comercial, principalmente no pódio, infringe as normas do Comitê, e, a partir disso, os dirigentes afirmaram que vão enviar uma carta de reclamação alertando a missão brasileira da infração cometida por Neymar. Porém, de acordo com informações contidas no portal Estadão, a entidade ainda não se manifestou se vai punir o jogador pela atitude feita enquanto comemorava o primeiro ouro Olímpico conquistado pela seleção brasileira de futebol.

Em carta, a entidade mostrou-se incomodada com a atitude do jogador e também com alguns membros da seleção brasileira de futebol, por supostamente terem permitido isso e não terem avisado aos jogadores do selecionado que era proibida qualquer tipo de manifestação religiosa enquanto estivessem comemorando qualquer tipo de medalha ganha nos Jogos Olímpicos.

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Por outro lado, apesar da entidade ser bastante ‘dura’ com relação a manifestações políticas, religiosas e comerciais por parte de atletas que participam de seus eventos, o COI, nesses Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro, permitiu que os torcedores nas arquibancadas pudessem expressar mensagens religiosas e políticas nas arenas olímpicas. Isso por conta da Justiça brasileira, que possibilitou que os cidadãos brasileiros estivessem liberados de expressaram suas opiniões, como permite a Constituição Federal: “liberdade de expressão”. #Rio2016