O Comitê Olímpico Internacional não gostou nada do jogador brasileiro #Neymar ter feito uma homenagem a Jesus Cristo após a vitória da seleção brasileira de futebol sobre a Alemanha neste sábado, 20, no Maracanã. A homenagem do ex-namorado da atriz Bruna Marquezine aconteceu quando o camisa 10 do time canarinho subiu ao pódio da Olimpíada para ganhar a primeira medalha de ouro na modalidade na história de nosso país. Neymar usou a faixa '100 % Jesus' e foi elogiado por muitos na internet por não ter vergonha de demonstrar suas crenças em um momento tão importante. 

Os holofotes ao cristianismo, no entanto, irritou o Comitê Olímpico Interacional, que se quiser, pode até punir o jogador.

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O jornal extra em publicação realizada neste domingo, 21, diz que a punição é improvável, mas que pelo menos uma advertência deve ser enviada ao Comitê das Olimpíadas do Brasil. Não é a primeira vez que o maior jogador da nossa seleção faz isso. Em 2015, ele também já tinha usado uma faixa com a frade 100% Jesus em outra competição. Nas regras da Olimpíada, fica claro que não se pode ter qualquer manifestação religiosa e política. 

No entanto, até mesmo os atletas militares fizeram manifestações consideradas políticas no pódio. Ao ganhar a medalha de ouro, por exemplo, Thiago Braz, da Aeronáutica, prestou continência. Ele não é o único esportista que teve ajuda das Forças Armadas na batalha olímpica. Rafaela Silva e outros recebem R$ 3 mil por mês da organização e apenas precisam ir uma vez à organização.

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"Não é permitida em qualquer instalação Olímpica qualquer forma de manifestação ou de propaganda política, religiosa ou racial", diz um trecho da regra da Olimpíada. Na Liga dos Campeões, Neymar já tinha feito o mesmo, uma punição chegou a ser prometida, mas nada aconteceu, felizmente. De acordo com a súmula olímpica, dependendo da manifestação, até mesmo uma punição gravíssima pode ser dada, retirando a medalha de ouro. 

Isso aconteceu na década de 1960, quando no pódio atletas negros levantaram o punho em apoio ao movimento negro. Eles perderam as medalhas, mas entraram na história.  #Rio2016