A diretoria do #Palmeiras não confirma oficialmente, mas mantém frequentes conversas para contratar um novo goleiro. Felipe Alves, do Osasco Audax, é o alvo palestrino. 

O atleta de 28 anos foi emprestado para o Oeste afim de disputar o #Campeonato Brasileiro da Série B. Com contrato até maio de 2017, Alves ainda tem a chance de disputar mais um Paulistão pelo time de Osasco. Para pessoas próximas não nega a imensa vontade de vestir a camisa palmeirense

Por enquanto as tratativas de negócio não ocorrem de forma oficial. Alexandre Mattos, executivo de #Futebol, conversa diretamente com o presidente do Audax, Mário Teixeira, mas ainda não mandou proposta oficial.

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O Palmeiras vê com certa cautela a contratação, por mais que na visão de muitos torcedores seja necessário. 

Quando Fernando Prass se machucou e teve que deixar a Olimpíada do Rio de Janeiro, Vagner foi o substituto direto. O técnico Cuca confiava bastante na postura do goleiro e principalmente acompanhava de perto seu desempenho nos treinamentos. Contra o Botafogo-RJ, na derrota por 3 a 1, a preocupação aumentou. O goleiro cometeu pênalti desnecessário e não teve boas reposições de bola. 

Contra a Chapecoense foi o capítulo final de Vagner como titular. Com jogo equilibrado, o goleiro soltou uma bola nos pés de Kempes, que abriu o placar. O Verdão empatou com pênalti convertido por Jean, mas ficou a sensação ruim de ter perdido dois pontos em Santa Catarina. 

Dinheiro tem!

Com a venda de Gabriel Jesus para o Manchester City, o Palmeiras acumulou mais de R$ 70 milhões em caixa.

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O dinheiro deve ser usado para diversas coisas, inclusive para novos reforços. O único problema é que Paulo Nobre, atual presidente, terá que deixar o cargo em novembro. Com duas reeleições, Nobre não pode, estatutariamente, disputar mais uma eleição. 

Com isso Nobre já estuda quem deve ser seu substituto. Maurício Precivalle aparece como um dos nomes fortes para assumir. Se caso isso acontecer, Nobre pode se tornar vice ou até mesmo diretor financeiro da próxima de gestão. A alocação de recursos ainda seria responsabilidade do atual mandatário.