Perto de completar uma semana de disputa, o Brasil vem tendo um desempenho bem acanhado nas Olimpíadas do Rio de Janeiro. Até o momento, o país-sede conquistou somente duas medalhas, uma de ouro (Rafaela Silva, no judô) e uma prata (Felipe Wu, no tiro esportivo). Essa situação pode ainda complicar. Segundo o nadador Henrique Rodrigues, projetos como a Lei do Incentivo do Esporte serão encerrados e o futuro se apresenta bastante tenebroso.

"A gente sabe da situação do país, é só se informar um pouco para perceber. Não tem como dar uma resposta do que vai ser o nosso futuro. Esses projetos provavelmente vão acabar, do jeito que está a situação.

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A gente tem se informado e tem sido informado sobre isso. Agora é aguardar para ver o que vai acontecer", declarou, em entrevista concedida ao Zero Hora nesta quinta.

Henrique também fez uma análise positiva sobre o seu desempenho nos Jogos de 2016. Para ele, o ritmo acelerado imposto durante a sua prova foi a causa de sua eliminação nas semifinais dos 200 metros medley, que terá, como representante brasileiro na decisão, Thiago Pereira, além do fenômeno americano Michael Phelps.

O objetivo do Comitê Olímpico Brasileiro (COB) era de os atletas da delegação canarinha encerrarem as suas participações com 24 medalhas. Para atingir essa meta, os dirigentes esperam uma reação no próximos dias. As maiores esperanças são depositadas no vôlei (quadra e praia), futebol (masculino e feminino), handebol feminino, iatismo, ginástica artística (principalmente Arthur Zanetti, ouro nas argolas nos Jogos de 2012, em Londres), boxe, tae-kwon-do e basquete masculino.

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Além disso, o judô e a natação, que estarão em disputa por mais quatro dias, ainda pode conquistar bons resultados e, na semana que vem, começam as provas da mais tradicional competição da  história das Olimpíadas: o atletismo.

Nas Olimpíadas desde 1920 (só não esteve presente nos Jogos de 1928, em Amsterdã, capital da Holanda), o Brasil já obteve um total de 109 medalhas ao longo da história, sendo 24 de ouro, 31 de prata e 55 de bronze, desempenho que leva o país a ocupar o 36º lugar no ranking histórico da competição. #Esportes Olímpicos #Rio2016 #Dentro da política