Augusto Inácio foi obrigado a sair do #Sporting com medo da censura que poderia sofrer na próxima temporada. Tal como informa o “Jornal de Notícias”, o ex-dirigente do Sporting não quis que a sua liberdade de expressão fosse comprometida, depois das novas regras da Liga Portuguesa, que proíbem dirigentes de clubes portugueses falarem mal dos departamentos de futebol publicamente. Com várias participações semanais em programas de televisão, Inácio preferiu continuar com sua carreira como comentador, rescindindo com o Sporting de uma forma surpreendente.

O motivo não poderia ser mais humilhante e um podre para o futebol português: um dos principais dirigentes da Liga Portuguesa se viu obrigado a abandonar o Sporting por medo de não conseguir se expressar com a liberdade necessária.

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Tudo por causa da nova regra da Liga, que quer impedir que pessoas com responsabilidade no futebol façam comentários negativos, principalmente à arbitragem portuguesa.

Conhecido por não ter problemas em dizer o que pensa, aparecendo muitas vezes irritado durante os seus programas, Augusto Inácio sabe perfeitamente que, na próxima temporada, poderia ter graves problemas com as suas análises públicas. Por isso mesmo, e tal como já informou oficialmente o Sporting, o dirigente decidiu se desvincular do contrato que tinha com o Sporting para não ficar limitado quanto à sua liberdade, conseguindo assim lutar pela verdade esportiva em Portugal, como garante o “Jornal de Noticias”.

No mesmo comunicado enviado pelo Sporting à imprensa portuguesa, o clube garantiu que Inácio será sempre bem-vindo, casa queria novamente voltar ao clube do seu coração.

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Chocados e humilhados pela forma com um dos seus maiores símbolos teve que desistir do clube, muitos sportinguistas usaram as redes sociais para demonstrar a sua enorme indignação, garantindo que não é assim que os dirigentes da Federação Portuguesa de Futebol vão conseguir terminar com todo o drama e o protagonismo que a arbitragem costuma ter durante todos os campeonatos. #Negócios #Futebol Internacional