Pela segunda vez este ano o Ultimate Fighting Championship chega ao #Brasil. O maior evento de artes marciais mistas será realizado em Brasília neste sábado, 24. O valor dos ingressos podem chegar a R$ 6 mil. A organização espera vender cerca de 15 mil assentos VIP para o evento. Treze lutas terão lugar, sendo a mais importante delas a que coloca frente-a-frente a brasileira Cris Cyborg (foto) e a sueca Lina Lansberg. Esta é apenas a segunda vez que a luta principal da noite será entre duas mulheres.

Desde 2011 o #UFC vem ganhando popularidade entre todos os grupos sociais, a ponto de ser considerado o segundo #Esporte mais popular no Brasil. Anteriormente uma competição de luta em que praticamente tudo era permitido, o UFC se tornou profissional por volta de 2000, tornando-se mais organizado.

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Desde então os lutadores brasileiros vêm buscando o caminho para o topo, criando lendas como Anderson "Spider" Silva e José Aldo. Isso foi fundamental para a popularização do esporte. A demanda por lutas tornou-se tão grande que um canal específico para o UFC foi criado, com lutas de pay-per-view e programas especializados. O UFC cada dia vem conquistando mais e mais fãs em todo o mundo. A empresa produz 40 eventos por ano que são transmitidos para 156 países. Dois meses atrás a franquia UFC foi vendida por US$ 4 bilhões.

Entre 2013 e 2015 19 eventos foram realizados no Brasil. Este ano a franquia escolheu hospedar aqui apenas três eventos (o terceiro está programado para São Paulo, em novembro). Com menos atletas brasileiros que lutam pelos primeiros lugares, a empresa optou por priorizar a qualidade em vez da quantidade.

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História do UFC

O Ultimate Fighting Championship foi criado em 1993 por um brasileiro, Rorion Gracie. O mestre de jiu-jitsu queria uma competição em que vários estilos de luta iriam competir uns contra os outros para provar quem era mais eficaz. Não havia limite de tempo e sem divisão de peso. Naquela época, o senador norte-americano John McCain quis banir o esporte dos Estados e chamou a competição de "briga de galos humana".

Com o tempo, a competição perdeu seu apelo devido ao ritmo lento das lutas. Em 2001 a franquia UFC foi comprada pelos irmãos Frank e Lorenzo Fertitta, e pelo promotor de boxe Dana White. Daquele ponto em diante tornou-se um show. As lutas foram divididas em rounds e se tornaram muito mais atraente para o público. Com habilidades de marketing incríveis, Dana White impulsionou o UFC para uma das franquias mais rentáveis do mundo.