Claro que para toda decisão, direta ou indireta, existe o clima de tensão. Ainda mais para um Palmeiras há 22 anos sem gritar “é campeão” num popular Brasileirão. Porém, o líder do campeonato se controlar a ansiedade dispersiva, e mostrar um pouco da qualidade ofensiva, de Tchê-Tchê a Gabriel Jesus, que o fez chegar e continuar no posto de líder. E pressionar uma Chapecoense com nada a perder, e nem tão disposta a ceder, e com jogadas pelo lado direito de Gimenez a Lucas Gomes, tentou criar problemas pra valer. Pelo menos foram assim os 25 minutos iniciais. 25 minutos reservados para os momentos tanto brigados quanto disputados. E lances pouco criados.

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E chutados a gol como Moisés fez. E cabeceados para a meta como Sérgio Manoel desta vez. Depois desses 25 minutos, a história palmeirense contra uma ardilosa e temerosa Chapecoense estava para mudar. Tinha uma falta para cobrar.

E lá foi Dudu para cobrar. Rolar para Zé Roberto a tocar. Para Gabriel Jesus cortar luz, Moisés tentar o calcanhar. E a bola chegar para um antes discutível lateral Fabiano, que chuta de maneira imprevisível. O Importante para os palmeirenses que a sensação da bola na rede foi indescritível. 1x0.

Placar aberto para tranquilizar o lado palmeirense, e amenizar o ânimo Chapecoense. A partir daí, a equipe catarinense recuou, e um pouco se reservou para a quarta de decisão. O time palestrino avançou e atacou para logo garantir o domingo de campeão.

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Que Gabriel Jesus (duas vezes) e Dudu quase garantiram. A sorte e a pontaria não permitiram.

O segundo tempo? Mera formalidade para a tranquilidade palmeirense em campo. E a passividade da Chapecoense no jogo. Ainda que o palestra paulista trocasse passes e criasse chances. Desde Róger Guedes até Moisés. E não deixasse o alviverde catarinense marcar, e pouco criar. A Chape tentou alterar o jogo, e mudar/poupar jogadores. Nas entradas de Gil, Kempes e Ailton Canela.

Como mudar/segurar também fez o #Palmeiras. Com Gabriel, Thiago Santos e Fernando Prass, de volta para jogar e emocionar o lado palmeirense.

No fim, o placar não se alterou. Nada mudou. E Anderson Daronco apitou.

O torcedor “que canta e vibra”, por um “alviverde inteiro que sabe ser brasileiro”.

O 27 de novembro de #2016. O domingo à tarde. A vitória no Allianz Parque. O título brasileiro de 2016.

A faixa de campeão brasileiro novamente é do verdão paulista. #Campeonato Brasileiro