O #Palmeiras está muito próximo de ser Campeão Brasileiro. O nono título da história do clube pode chegar após 22 anos sem levantar a taça do torneio. Durante esse período foram dois rebaixamentos e campanhas complicadas, com times médios e bastante bagunça política.

Quando Paulo Nobre assumiu a gestão em 2013, o clube estava na segunda divisão e praticamente sem nenhum recurso financeiro. Segundo o próprio presidente, apenas 10% das receitas puderam ser usadas. O resto foi antecipado pelo ex-presidente Arnaldo Tirone, que fez contratações fracas e gastou muito dinheiro.

Na primeira gestão, entre 2013 e 2014, Nobre foi muito contestado.

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No Centenário palmeirense, uma grande vergonha: quase o clube caiu para a segunda divisão pela terceira vez em sua história. Após passar por enorme constrangimento, o presidente conseguiu colocar ordem na casa.

Primeiro mandou José Carlos Brunoro embora e trouxe Alexandre Mattos, reconhecido por ter montado o time bicampeão brasileiro do Cruzeiro na ocasião. O Alviverde entrou muito forte na disputa por jogadores em 2015 e montou um grande time. Dudu, praticamente acertado com o Corinthians, desembarcou no Palmeiras e surpreendeu à todos.

Por sua vez, o Palmeiras se classificou para a final do Paulistão e perdeu para o Santos nos pênaltis. O troco veio na Copa do Brasil: com gol de Fernando Prass, o Alviverde bateu os santistas e foi tricampeão do torneio nacional.

Com as duas mãos na taça, o Palmeiras se prepara para tentar ganhar a Copa Libertadores em 2017.

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Paulo Nobre ficou feliz em saber que o clube tem sido 'destino certo' para Borja, do Atlético Nacional, e Lucas Pratto, do Atlético-MG. O mandatário preferiu não dar confirmação para as especulações e disse que os nomes para 2017 sem dúvida são muito melhores do que os nomes que foram ventilados para 2014. A situação financeira atual permite isso.

Sobre a Crefisa ajudar em um dos negócios, Nobre confessou que a empresa poderá sim dar uma força. Com Lucas Barrios, por exemplo, a financeira quita os salários mensais do atleta (R$ 1 milhão). #Mercado #Futebol